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Cidades

Nova Ceasa libera vendas no varejo

| Carla Serqueira Repórter Construída com a promessa de ser modelo de conforto e tecnologia para o Brasil, a nova sede da Central de Abastecimento de Alagoas (Ceasa), no bairro Santos Dumont, é, hoje, cenário de lamúrias e reclamações por parte de comer

Por | Edição do dia 28/01/2007 - Matéria atualizada em 28/01/2007 às 00h00

| Carla Serqueira Repórter Construída com a promessa de ser modelo de conforto e tecnologia para o Brasil, a nova sede da Central de Abastecimento de Alagoas (Ceasa), no bairro Santos Dumont, é, hoje, cenário de lamúrias e reclamações por parte de comerciantes e consumidores. Os problemas vão desde a falta de instalações elétricas adequadas até a distorção de seu único objetivo: comercializar mercadorias no atacado. “A nova Ceasa será modelo para o Brasil, devido às condições operacionais que estão sendo implantadas”, divulgava o governo em janeiro de 2005, semanas após o início da obra, que custou R$ 12 milhões ao Estado. ### Feirantes reclamam de obra inacabada Na nova Ceasa, os comerciantes trabalham sem telefone, internet, fax, agência bancária, correio e posto médico de primeiros socorros, todos previstos no projeto. Das oito lanchonetes da antiga Ceasa, apenas 5 tiveram espaço e de forma precária. Ainda faltam portas e pisos nos estabelecimentos, o que contribui para a proliferação de moscas no chão de cimento e a insegurança. O muro baixo favorece a ação de ladrões e tira o sossego de Ana Lúcia Santana, 35. ### Venda no atacado continua na Levada O descontrole de caminhões que saem da Ceasa, na Forene, ameaçam a feira livre do Mercado da Produção, na Levada. Quinta, dia 25, uma força-tarefa foi organizada entre prefeitura e lideranças dos dois complexos, com objetivo de coibir a venda de mercadorias em grosso no entorno da antiga Ceasa, onde fornecedores dizem que o comércio é bem mais lucrativo. Muitos deixam parte da mercadoria na Ceasa e descem para vender o resto nos arredores do Mercado. “Para a gente, aumentou a trabalheira e caiu o movimento”, reclama o feirante Antônio Domingos, 27. ///

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