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Nº 5692
Cidades

Burocracia emperra ano letivo da Uneal

| MAIKEL MARQUES Repórter Arapiraca – A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) também sofre as conseqüências da crise enfrentada neste primeiro mês do governo Téo Vilela, que ainda não nomeou os 25 coordenadores dos 25 cursos da instituição esplalhado

Por | Edição do dia 04/02/2007 - Matéria atualizada em 04/02/2007 às 00h00

| MAIKEL MARQUES Repórter Arapiraca – A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) também sofre as conseqüências da crise enfrentada neste primeiro mês do governo Téo Vilela, que ainda não nomeou os 25 coordenadores dos 25 cursos da instituição esplalhados pelos campi de Arapiraca, Palmeira dos Índios, Santana do Ipanema, União dos Palmares e São Miguel dos Campos. A primeira conseqüência da demora na assinatura de simples portarias é o atraso no ano letivo dos “feras” aprovados, que foi transferido do dia 12 para o próximo dia 26 deste mês. ### Oferta de vagas cresce mais de 60% Uneal tem 210 professores efetivos e 57 substitutos. Reitoria cobra realização de concurso para professores e servidores Arapiraca – Dados fornecidos à Gazeta pela reitoria da Uneal indicam que houve ampliação de 67% na oferta de vagas para alunos novatos e selecionados por meio do último concurso vestibular. Este ano, foram aceitos 1.170 novos acadêmicos, contra os 700 que ingressaram na instituição em 2005. ### Universidade movimenta comércio Arapiraca – Ao contrário do que ocorria em gestões anteriores – onde não havia escolha democrática do cargo de diretor – a reitoria da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) começa aos poucos a abrir a “caixa preta” da instituição, que injeta mais de R$ 600 mil por mês na economia apenas de Arapiraca. Para se ter uma idéia do impacto financeiro da Uneal na economia da cidade, o professor Dácio Brito revela que R$ 150 mil são destinados ao pagamento de despesas da Uneal no comércio da cidade. ///

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