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�gua pot�vel vira realidade no Agreste

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Fernando Vinícius Repórter Palmeira dos Índios ? Comunidades da zona rural alagoana que não tinham água própria para consumo humano comemoram o acesso ao direito universal. Palavras repetidas de felicidade evidenciaram o sentimento de gratidão durante a celebração ecumênica organizada para comemorar a construção de 367 cisternas em povoados de Palmeira dos Índios, Igaci, Craíbas e Estrela de Alagoas. O encontro que reuniu representantes de todas as entidades envolvidas no Programa Um Milhão de Cisternas, incluído no Fome Zero, também foi marcado pelo discurso sobre a necessidade de promover a organização social nos povoados que ainda não foram atendidos. ### Bispo diocesano faz alertas durante ato Palmeira dos Índios ? A cerimônia realizada no dia 1º de março em Palmeira dos Índios foi celebrada pelo bispo diocesano da cidade, dom Dulcênio de Matos, e reuniu, além de famílias beneficiadas, entidades que atuam nos movimentos sociais, representantes de classe, ONGs e instituições públicas. Enaltecendo valores cristãos como solidariedade e partilha, o representante da Igreja Católica falou ainda sobre a forma como o projeto de transposição de águas do Rio São Francisco está sendo conduzido. ### Cisternas são construídas em mutirão Palmeira dos Índios ? Água potável na porta de casa, armazenada numa pequena obra de engenharia, parece mesmo um sonho para famílias que precisavam caminhar durante horas para alcançar um açude. ?A gente tinha que acordar de madrugada para poder voltar lá pras sete, sete e meia da manhã. Era tão longe que ?nóis? tinha até que parar pra poder descansar a cabeça?, recorda Maria de Fátima da Silva, moradora da comunidade Boa Vista, em Palmeira dos Índios. ### Um milhão de cisternas só em 2012 Palmeira dos Índios ? Planejado para atingir em 2008 o número que o nome do programa divulga, a meta só deverá ser atingida em 2012. A informção é do gerente-geral da Articulação do Semi-Árido Alagoano (ASA), João Amorim. Ele esteve em Palmeira dos Índios e falou sobre o trabalho que envolve uma rede composta por 750 instituições que atua em todo Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. ?A ASA trabalha em parceria e tem contrato com empresas como a Petrobras, Febraban e Codevasf, financiadoras do programa. ///

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