Cidades
MP cobra rapidez no caso Santa M�nica
| Felipe Farias Repórter Recém-nascidos acomodados em banheiras de plástico, improvisadas como leitos hospitalares, aparelhos respiradores emprestados de outras unidades de saúde (e mesmo assim, a carência se manteve) e pelo menos dois bebês precisando de transferência para UTI neonatal, mas sem poder, porque o setor já estava superlotado. Essas foram algumas das situações flagradas na Maternidade Escola Santa Mônica pela promotora de Justiça Micheline Tenório, durante inspeção de surpresa, em atendimento a uma denúncia anônima. ### Hospital usa respiradores cedidos de outras unidades Um ponto em especial que marca a situação de permanente caos em que vive a Maternidade Escola Santa Mônica (Mesm) pôde ser flagrado, durante a inspeção surpresa da representante do Ministério Público: a falta de respiradores. O equipamento é essencial para a sobrevivência dos recém-nascidos prematuros ? a maioria dos pacientes da unidade ?, que apresentam como problema mais freqüente os distúrbios respiratórios. ///