loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Sem-terra d�o tr�gua ao bloqueio de rodovias

Ouvir
Compartilhar

Os coordenadores do Movimento dos Trabalhadores (MT) prometeram, ontem, dar uma trégua nos bloqueios de rodovias em Alagoas, nos próximos 15 dias, prazo dado à Superintendência do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para que agilize o processo de vistorias de terras que estão pendentes no órgão, principalmente em relação à Fazenda Santana, em Porto de Pedras. O acordo foi feito ontem durante uma reunião, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com a participação de representantes do Incra, secretarias de Defesa Social e Gabinete Civil, OAB e Polícia Militar de Alagoas. O Incra se comprometeu também a realizar na próxima terça-feira a vistoria da Fazenda Santana, que estava suspensa por determinação do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A suspensão da vistoria na fazenda motivou o bloqueio da Rodovia BR-101, na quarta-feira, pelo MT. No início da reunião, o clima ficou com tenso depois que o secretário de Defesa Social, Antônio Arecippo, acusou os sem-terra de estar prejudicando a economia do Estado. ?Tudo tem um limite?, afirmou Arecippo. O coordenador estadual do MT, Valdemir Agostinho, rebateu as afirmações do secretário, dizendo que a solução dos problemas agrários também dizem respeito à economia do Estado. Novo bloqueio Ainda pela manhã, a BR-101, em Novo Lino, voltou a ser bloqueada, só que desta vez por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) bloquearam um dos trechos da Rodovia BR-101, no município de Novo Lino. Os sem-terra somente desobstruíram a pista depois da chegada de oficiais do Centro de Gerenciamento de Direitos Humanos da Polícia Militar (PM), que garantiram a realização de uma reunião entre lideranças do MST e o chefe do Gabinete Civil, Arnaldo Paiva. Os sem-terra reivindicam maior agilidade no processo de desapropriação das fazendas Amapá, Niterói e Araguari.

Relacionadas