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Cidades ainda sem mapeamento tur�stico

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| Davi Salsa Especial para a Gazeta Penedo ? Os 12 municípios alagoanos banhados pelo Rio São Francisco não possuem mapeamento completo de suas potencialidades turísticas: belos cânions que abrigam, por exemplo, o Riacho do Talhado [Olho d?Água do Casado] e a sua foz, em Piaçabuçu, onde o Velho Chico encontra o Oceano Atlântico. Pesquisa desenvolvida por alunos do 2º período do curso de Turismo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), na cidade Penedo, sob a coordenação da professora Silvana Pirillo, revela que, apesar das belezas naturais e dos recursos hídricos existentes na região, a falta de integração entre as comunidades e a ausência de inventário do patrimônio histórico e cultural representa um entrave ao desenvolvimento econômico e sustentável focado na atividade turística da região do Baixo São Francisco alagoano. ### Falta de investimento prejudica a região Penedo - A ausência de um inventário do patrimônio histórico-cultural e a falta de investimentos para estruturação dos roteiros turísticos provocam perdas na economia dos municípios ribeirinhos. Em meados da década de 1990, lideranças do Baixo São Francisco tentaram formar um consórcio intermunicipal para dar suporte principalmente à criação de um canal interligando, por meio de passeios regulares de barcos e catamarãs, todas as localidades do Baixo São Francisco, partindo da cidade de Piranhas até Piaçabuçu, na foz do Velho Chico. ### Governo e municípios discutem turismo Penedo ? Secretários de Turismo das cidades que compõem as áreas do cânion até a foz do Rio São Francisco estiveram reunidos, na tarde da última quinta-feira, em Penedo, com o secretário estadual de Turismo, Virgínio Loureiro, para conhecer de perto o projeto de regionalização das atividades do setor no Baixo São Francisco. O encontro aconteceu no auditório do Sebrae e contou com o apoio de representantes da Associação dos Municípios Alagoanos, Departamento de Estradas de Rodagem (DER/AL), Secretaria de Agricultura, Sebrae, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), Instituto Xingó e Fundação Delmiro Gouveia. ///

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