Cidades
Presidente do TJ/AL defende canal de TV para o Judici�rio
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernando Lima Souza, está solicitando apoio dos Tribunais de Justiça de todo o País para a criação de uma TV a cabo restrita à divulgação das matérias desses tribunais, inclusive de Alagoas. ?Esse primeiro passo somente será possível com a contribuição de cada Tribunal de Justiça, uma vez que o STF não poderá arcar com todos os custos da iniciativa?, acentuou. O assunto será discutido durante um encontro entre todos os presidentes de Tribunais de Justiça do País, que se inicia hoje, na cidade de João Pessoa, na Paraíba. O encontro tem a finalidade de discutir temas importantes para o Poder Judiciário, como Reforma e informatização do Poder Judiciário e também sobre as questões relacionadas aos depósitos judiciais. O presidente fez questão de destacar a iniciativa do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) de criar a TV do Judiciário, ?que é merecedora de aplausos por todos os tribunais de Justiça dos Estados?, acentuou. Conforme informou o Fernando Tourinho, a idéia é mostrar os trabalhos realizados pelo Poder Judiciário, além de atender aos apelos da sociedade, ?que aspira como nós aspiramos um Poder Judiciário mais transparente?. Ele acrescentou ainda que ?é preciso que o povo, cada vez mais, saiba o que nós estamos fazendo. E isso só será possível através da mídia impressa, eletrônica, cibernética e os mais diversos meios de comunicação?, disse. Em relação à questão dos depósitos judiciais, o presidente do Tribunal de Justiça ressaltou que ?o Poder Judiciário está agora consciente de que esses recursos gerados pelo dinheiro que fica em depósitos judiciais devem ser transferidos para esse mesmo Poder Judiciário, que assim se possa atender não só despesas de custeio como principalmente despesas de investimento?, disse. Já a informatização do Poder Judiciário, o presidente José Fernando Lima Souza vê a necessidade urgente de o Poder Judiciário informatizar-se não apenas em relação à aquisição de computadores, mas também na interligação entre o Poder Judiciário brasileiro, ?para que nós possamos acessar a mais distante das comarcas e ter, conseqüentemente, um espelho de tudo que se passa?, disse.