Cidades
Tradi��o, f� e fraternidade em fam�lia
Lelo Macena Repórter Na porta de entrada do apartamento da empresária mineira Anadir Tomázia Bruschi, o arranjo natalino recebe o visitante ao som de jingle bell. Basta sair do elevador para já ir entrando no clima natalino que toma conta do lar da empresária durante o período que se comemora o nascimento do Cristo. Lá de baixo, quem passa é logo atraído pela iluminação característica da época, colocada na varanda que dá para uma das avenidas mais movimentadas da Ponta Verde. A tradição natalina na família de Anadir foi cultivada no sul de Minas Gerais, onde ela nasceu. ### Lembranças de um Natal distante A festa na Praça Senhor do Bonfim, no Poço, os pastoris nas praças 13 de Maio e da Faculdade, no Prado, as guloseimas da ceia, e todo o sentimento que tomava conta da época jamais saíram da cabeça da dentista Maria do Socorro Houly. Com apenas 7 anos, ela já vivia o clima natalino que tomava conta de Maceió no fim dos anos 50. ?Eu era muito pequena, mas aquilo tudo tocava fundo o meu coração. Eu morava em Jaraguá, próximo à Praça do Bonfim, onde acontecia a festa de Natal?, recorda a dentista. ### Presentes para enriquecer a alma e o ser humano ?Ao invés de objetos caros, as pessoas deveriam dar presentes que trouxessem enriquecimento para a alma?, sonha a dentista Maria do Socorro Houly. A dentista procura fazer a sua parte. Ela não dispensa o cartão de Natal, que ela mesma personaliza e envia aos amigos mais próximos e parentes. Esse ano, ela deve mandar cerca de 50. Até para a Alemanha, Socorro vai enviar cartão. ?Tenho um casal de amigos na Alemanha, que certamente vão receber um cartão especialmente feito para eles?. ///