Cidades
Dom Edvaldo deixa a Arquidiocese de Macei�
Ao completar 75 anos, em cumprimento ao Código Canônico, dom Edvaldo Gonçalves do Amaral deixou, ontem, a Arquidiocese de Maceió, sendo substituído por dom José Carlos Melo, que exercia o cargo de arcebispo-coadjutor. Foram 16 anos e meio de trabalho junto aos alagoanos, onde o pernambucano dom Edvaldo destaca a visita do papa João Paulo II ao Estado, em 19 de outubro de 1991, ?pelo seu alto sentido evangelizador e santificador?, além do Sínodo Arquidiocesano, que realizou árdua missão de profunda renovação e incentivo à pastoral. Ele fundou a Casa Dom Bosco, que abriga meninos de rua, e classifica-a como o capítulo final de sua vocação salesiana, de amor à juventude pobre e abandonada. Continuará à frente da Fundação João Paulo II, entidade mantenedora da Casa Dom Bosco. ?A celebração dos 400 anos da evangelização de Alagoas foi uma boa oportunidade para uma Carta Pastoral comemorativa, estudos realizados por leigos competentes, com várias comemorações da vida eclesial?, disse dom Edvaldo em seu discurso de despedida. O pedido de dispensa de dom Edvaldo foi assinado pelo papa João Paulo II, a seu pedido, conforme rege o código, para os bispos após os 75 anos de idade. Ele retorna ao Recife, sua cidade natal. Dom José Carlos, maranhense, seu sucessor, aos 72 anos, anunciou as nomeações dos novos vigários: chanceler da Cúria Metropolitana ? Celso Alípio; vigário-geral ? Pedro Teixeira; ecônomo ? padre Cícero Leite; vigário judicial ? José Everaldo Rodrigues e secretário episcopal ? padre João Neto. Dom José Carlos está há dois anos em Maceió e saudou a todos com satisfação ao assumir o cargo. ?Aprendi a ser alagoano e quero servir na qualidade de bispo e pastor da nossa querida arquidiocese?, falou. Segundo ele, seu trabalho eclesial será sempre de comprometimento com o Evangelho de Jesus Cristo.