Cidades
CUT denuncia irregularidade em lista do PAR
Apesar de não terem sinal positivo da Caixa Econômica Federal, no sentido de assinarem o contrato para aquisição do imóvel, as famílias que ocupam o condomínio Ernesto Maranhão, na Via Expressa, estão esperançosas de que a situação será resolvida sem que sejam forçadas a deixar as casas. O prazo fixado pela juíza Cíntia Brunetta, da 3ª Vara da Justiça Federal, para a reintegração do condomínio, venceu na última sexta-feira, 1º, mas os oficiais de Justiça que foram até lá não conseguiram convencer as famílias a saírem espontaneamente. ?A gente acredita que haverá uma solução que nos beneficie?, disse a dona-de-casa Michelle Pereira, que ocupa um dos imóveis com o marido e dois filhos. ///