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Burocracia emperra exame de DNA

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Passados 25 dias da exumação do corpo, que, supostamente, pertence ao estudante Douglas Vasconcelos, 21, o exame de DNA dos fragmentos mortais retirados do cadáver ainda não foi realizado. As amostras, até o fim da manhã de ontem, não haviam sido remetidas para análise do Núcleo de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), administrado pelo professor Luiz Antônio. Após a coleta do material, o prazo estipulado pela polícia para a liberação do resultado foi de apenas uma semana. Os fragmentos mortais do estudante foram colhidos por uma equipe do Instituto Médico Legal (IML), formada por dois peritos médicos e um odontolegista, no cemitério do Parque das Flores. ### Laudo da PF também não ficou pronto O delegado Dênisson Albuquerque, chefe do Núcleo Integrado de Repressão ao Crime Organizado (Nirco) e presidente do inquérito policial que investiga a morte do estudante, declarou que foi enviado ao IML, ontem, o ofício requerendo a realização do exame. ?O juiz expediu o mandado para fazer a exumação e o exame de DNA. Mas eu não sabia que ainda era necessário preparar um expediente meu pedindo a realização do exame. Afinal, já existia a ordem do magistrado. Mas este documento foi enviado hoje [ontem]?, disse o delegado, que acompanhou a exumação do corpo do estudante. Ele também lembrou que o IC está apenas prestando uma custódia do material que foi recolhido para a realização do teste de DNA. ///

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