DADOS DO MINISTÉRIO
Mais da metade das vítimas de violação dos direitos humanos são mulheres
Dados deste ano constam no painel do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania
Mais da metade das vítimas de violação dos direitos humanos, este ano em Alagoas, são mulheres. As denúncias foram formalizadas a um dos departamentos do Governo Federal, que contabilizada os dados dos estados brasileiros.
Em 2025, denúncias relataram a prática da violação dos direitos de 447 mulheres ou 53,3% dos casos. Já as pessoas do sexo masculino representaram 35,6% ou 299 homens. Foram 540 denúncias em janeiro e em fevereiro ocorreram 286.
Os dados constam no painel do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, que agrega números sobre qualquer ato que atente ou viole os direitos humanos. Cada denúncia feita ao órgão pode conter vários relatos de violação de direitos humanos. Nesse ponto, foram 5,6 mil violações este ano em Alagoas.
Do total registrado pelo painel, em Maceió, foram 403 denúncias de infrações, que envolvem mais de 2,6 mil violações. Já em Arapiraca, foram 75 denúncias, que englobam 667 violações.
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Este ano, os 826 casos em Alagoas de violações contra vítimas envolvem relatos de maus-tratos, exploração sexual, e tráfico de pessoas contra a mulher.
Ainda em 2025, o Brasil registrou 82,1 mil denúncias de violação dos direitos humanos, sendo os estados recordistas São Paulo; Rio de Janeiro e Minas Gerais, respectivamente, com 23,2 mil; 10,1 mil e 8,9 mil casos.
Na região Nordeste, a Bahia lidera os números com 3,9 mil; seguido de Pernambuco com 3,2 mil e Ceará com 2,7 mil. Alagoas, com 826 denúncias, está à frente, ou seja, tem mais denúncias dentre os estados do Nordeste apenas em relação a Sergipe (825) e Piauí (757).
As vítimas podem buscar apoio e realizar denúncias na 1ª Delegacia da Mulher, que fica no Complexo de Delegacias Especializadas, em Mangabeiras (3315-4976); na 2ª Delegacia da Mulher: no Salvador Lyra, Rua Antônio Souza Braga (3315-4327) e na Delegacia da Mulher de Arapiraca, que fica na Rua São Domingos, no Centro (3521-6318).