ARBOVIROSES
Casos de arboviroses em Alagoas caem em 2025 e não há registro de óbitos
Levantamento foi apresentado ontem (7) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau)
Alagoas registrou redução dos casos de dengue, chikungunya e zika este ano quando comparado ao mesmo período de 2024. A queda foi, respectivamente, de 75%; 59,5% e 65,5%. Não houve óbito causado por nenhuma das arboviroses este ano.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o registro de dengue caiu de 3.743 no ano passado para 938 em 2025; de chikungunya de 163 para 66 e de zika de 29 para 10.
Já nas Semana Epidemiológica 01 a 12 de 2025, que corresponde ao período de 29/12/24 e 22/03/2025, foram notificados 709.634 casos prováveis de dengue no país, correspondendo a um coeficiente de incidência de 349,5 casos/100 mil habitantes.
Quando comparado com o mesmo período de 2024, observa-se uma redução de 74,7% no número de casos prováveis.
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Um dos municípios alagoanos que apresentou elevação do número de casos é São Luís do Quitunde. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, de janeiro a março deste ano, foram registrados mais de 300 casos suspeitos de dengue, com quatro confirmados 33 descartados e os demais em investigação.
“Estamos ainda trabalhando de forma controlada, mas é importante ficarmos atentos e isso serve de alerta e motiva a trabalhar mais. É um período quente que nós podemos ter chuvas esparsas e um período com temperatura maior”, disse o secretário de Saúde de São Luís do Quitunde, Fábio Monteiro. Sabe-se que os bairros com maiores taxas são os que apresentam armazenamento precário de água.
De acordo com o Ministério da Saúde, as regiões geográficas que apresentam os maiores coeficientes de incidência são Sudeste, Centro-Oeste e Sul e entre as Unidades Federativas (UF), Acre, São Paulo e Mato Grosso têm as maiores incidências.
Os maiores números de casos graves concentram-se nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul e os óbitos na região Sudeste. Foram confirmados 377 óbitos no período, e 684 estão em investigação.