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Everaldo e Lindemberg agiam juntos

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Lindemberg Fernandes Alves, o homem que matou a jovem Eloá, 15, por dizer não aceitar o fim do relacionamento que começou quando ela tinha apenas 12 anos, pode ter mais do que uma simples relação familiar com o pai da garota, o ex-cabo da PM Everaldo Pereira dos Santos, foragido desde que foi reconhecido como criminoso e integrante da temida gangue fardada de Alagoas. Lindemberg e Everaldo são suspeitos de participar de um grupo criminoso que atuava principalmente com o roubo de carga em São Paulo. As suspeitas da polícia alagoana estão fundamentadas na ?notória e estreita relação entre os dois?, segundo a delegada Luci Mônica, diretora de Estatística, Informática e Armas da Polícia Civil de Alagoas, que participa das investigações para prender Everaldo. ### Polícia diz que pai de Eloá é procurado por criminosos A polícia de Alagoas tem pressa em prender Everaldo. Primeiro porque ele é foragido da Justiça e acusado em vários crimes, segundo porque a polícia recebeu a informação que pessoas ligadas à mesma organização criminosa da qual Everaldo faz parte, e que teriam migrado para São Paulo, estão procurando pelo ex-cabo da PM, considerado um ?arquivo vivo? dos crimes de pistolagem em Alagoas. ?Tenho medo que eles achem o Everaldo porque não sei quais seriam os interesses dessas pessoas, ligadas ao ex-militar em crimes?, diz a delegada Luci Mônica, para quem ?Everaldo é um homem periculoso, que deve ser punido com o rigor da lei pelos crimes que cometeu?. ### Honorários de advogado são dúvida O que todo mundo questiona e até agora não houve resposta é: de onde estaria saindo o dinheiro usado por Everaldo Pereira para pagar o advogado criminalista Ademar Barros, dono de um suntuoso escritório de advocacia em um dos metros quadrados mais caros de São Paulo, a Avenida Brasil, nos Jardins. A resposta foi dada pelo próprio advogado à polícia alagoana quando esta esteve em São Paulo. ?Ele disse que gostava de fazer assistencialismo?, afirma a delegada Luci Mônica, que não confirma mas também não nega que o dinheiro esteja vindo do grupo criminoso do qual Everaldo faz parte. O ex-cabo da PM alagoana declarou que trabalhava como segurança em Santo André e que pelo serviço ganhava R$ 1.500. ///

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