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Reforma do Porto trar� transatl�nticos a Macei�

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Em obras desde março último, o Porto de Jaraguá se prepara para duplicar sua capacidade de atendimento e modernizar suas instalações. Se o cronograma for cumprido à risca, em setembro do próximo ano Maceió estará preparada para receber transatlânticos de grande porte, incrementando o movimento turístico e o comércio da produção local. Considerado um dos menores do País em porte físico, mas um dos mais movimentados do Nordeste, segundo o administrador Cláudio Farias, o Porto de Maceió tem sua ampliação considerada uma prioridade. A obra está orçada em R$ 39 milhões, recursos já aprovados no orçamento da União, dos quais já foram liberados R$ 11 milhões. Infra-estrutura O calado atual do Porto tem 10,5 metros de profundidade. Ampliado para 14 metros ele possibilitará o atracamento de navios de passageiros e de contêineres de grande porte. O cais, de 1. 057 metros, ganhará mais 408m, passando a quase 1500m. Além disso, o novo Porto ganhará armazéns e um pátio de 26 mil metros, hoje inexistente. Uma estação de passageiros vai dotar o local de uma infra-estrutura considerada necessária para receber e dar apoio aos turistas, com locais de apresentação, lojas, lanchonetes e outros itens. Turistas Trocando em miúdos, a ampliação vai duplicar o movimento de contêineres e de passageiros turistas no Porto de Maceió. No último verão cerca de 25 mil turistas passaram por lá ? uma média de 1 mil por navio. Com a possibilidade de receber navios maiores, a perspectiva é de que esse número dobre e a presença do turista não seja apenas de passagem. Emprego e renda A ampliação e modernização, com a construção do pátio, também vai favorecer o movimento comercial, responsável pela exportação da produção local de açúcar demerara, açúcar refinado, álcool, fertilizantes, trigo, derivados de petróleo e outros produtos que movimentam a economia alagoana. Isso significa, segundo Cláudio Farias, geração de emprego e renda, mais ICMS e mais incremento ao comércio e à economia local. As obras em andamento não trouxeram prejuízo ao funcionamento do porto ? garante Farias. ?Nenhum serviço foi interrompido, porque as obras são do lado oposto ao funcionamento atual?, explica.

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