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Usina n�o vai permitir vistoria do Incra

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A Usina Laginha não vai permitir que o Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) realize a vistoria na área de 103 hectares da fazenda Monte Verde, ocupada desde a madrugada de segunda-feira por cerca de 1.500 trabalhadores rurais ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) e Comissão Pastoral da Terra (CPT). O departamento jurídico da usina promete ir à Justiça contra a vistoria, protocolada ontem pela manhã por liderança dos sem-terra, na sede do Incra. Os trabalhadores querem a desapropriação da área, sob a alegação de que a usina não estaria cumprindo suas funções socias, trabalhistas e ambientais, o que justificaria legalmente a desapropriação, segundo o artigo 184 da Constituição Federal. ### Sem-terra voltam à praça para exigir pressa do Incra | MARCOS RODRIGUES - Repórter A ?onda? de ocupações dos movimentos agrários voltou à capital. Um dia após uma ação articulada entre Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento dos Sem Terra (MST) e Comissão Pastoral da Terra (CPT), no município de Branquinha, famílias acampadas no município de Flexeiras já se deslocaram para Maceió. As primeiras tendas de lona preta foram armadas no fim da manhã de ontem na Praça Sinimbú, em frente à sede do Incra. A ação das 36 famílias do MLST contarão com outras ocupações estratégicas. Na mira dos demais movimentos estão pelo menos mais dois prédios públicos. As principais lideranças dos movimentos chegam à capital nesta quarta-feira. A ideia é mobilizar os trabalhadores do campo e da cidade para o ?Abril Vermelho?. ### Proprietários vão acionar a Justiça | PATRÍCIA BASTOS - Repórter Arapiraca ? Após quase um mês de ocupação pelos índios Katokin de uma propriedade de 20 tarefas no município sertanejo de Pariconha, os proprietários das terras irão acionar a Justiça para tentar a retirada dos indígenas, que estariam impedindo que o gado que continua na propriedade receba os cuidados necessários. Carmélia Maria da Silva Feitosa, esposa de Edésio Feitosa, proprietário do terreno, conta que foi impedida de entrar em sua propriedade na semana passada. ?Fui até lá para cuidar das nossas vacas e antes mesmo de passar pelo portão chegaram uns índios dizendo que eu não tinha autorização para entrar?, conta. A agricultora afirma que a família já acionou advogados para entrar com um pedido de reintegração de posse e reparação pelos danos causados pela ocupação indígena. ///

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