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Sem-terra est�o dispostos a resistir � ordem judicial

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Branquinha ? ?Resistir e produzir?. Esta é a palavra de ordem entre as 1.500 pessoas que invadiram a Fazenda Monte Verde, no município de Branquinha, na madrugada da última segunda-feira. A informação de que o juiz da Vara de Conflitos Agrários, Ayrto Tenório, determinou a imediata reintegração da área à Usina Laginha não abalou os militantes do MLST, CPT e MST. A disposição é para derrubar uma outra área da plantação de cana. A medida não foi repassada oficialmente para os sem-terra que estão no local. Mas as lideranças já se articulam para permanecer acampados na fazenda que tem aproximadamente 50 mil hectares e pertence ao industrial João Lyra. ### Trabalhadores podem deixar praça | FÁTIMA ALMEIDA - Repórter Os trabalhadores rurais ligados ao MLST, que estão acampados desde a última terça-feira na Praça Sinimbu e ocupando a sede do Incra, podem retornar hoje para o campo. A decisão depende das respostas que a superintendência do Incra apresentar à pauta de reivindicação entregue ontem, pelos líderes do movimento. ?Queremos mais compromisso com a reforma agrária. Mais agilidade nas desapropriações, vistorias, liberação de recursos para a produção, infraestrutura e construção de casas?, destaca o líder Marcos Antônio, o ?Marrom?. Ele lembra que as terras da Agrisa, principal foco da reforma agrária em Alagoas, receberam a visita de autoridades federais e estaduais, entre elas o ministro da Reforma Agrária e o governador do Estado, há dois anos, quando foi entregue a imissão da posse de terra, e até agora não foi liberado nenhum recurso. ///

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