Cidades
Categoria acusa Estado de m� ger�ncia
O embate entre médicos e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), em Alagoas, em relação à distribuição dos recursos para a assistência ambulatorial e hospitalar, começa a assumir proporções cada vez mais graves. E desde ontem ganha outro componente: os hospitais conveniados ao sistema. A posição fechada dos médicos ? de só trabalhar se forem remunerados com base na tabela da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) ? passou a ser a mesma reivindicada pelo Sindicato dos Hospitais Particulares (Sindhospital). E ao reivindicá-la, os hospitais partem para o ataque, acusando o Estado de gerenciar mal os recursos que chegam do Ministério da Saúde para a média e alta complexidade hospitalar e ambulatorial. ?Com vontade política e definição de prioridades, o problema dos médicos, dos hospitais e da população estará resolvido?, afirma o presidente do Sindhospital, Humberto Gomes de Melo. ### Ministério da Saúde envia contratos Técnicos do Ministério da Saúde (MS) chegam hoje a Maceió para uma missão que explica, segundo o secretário estadual de Saúde, Herbert Motta, a manifestação do presidente do Sindhospital, Humberto Melo. Embaixo do braço os técnicos do MS trazem os contratos que, até o próximo sábado, 21, todos os hospitais que prestam serviços pagos com dinheiro do Sistema Único de Saúde (SUS) terão que assinar. ?É a contratualização, um instrumento que formaliza juridicamente a relação dos hospitais particulares com o poder público. Como são contrários a esse novo sistema, os chamados grandes, como a Santa Casa, contestam a decisão do governo fazendo críticas descabidas e apostando na desinformação da população?, reage o secretário Herbert Motta. ///