INVESTIGAÇÃO
Supervisor do CRB foi morto por ciúmes, diz polícia; crime teve cinco envolvidos
Três suspeitos foram mortos, um está foragido e outro foi preso nessa segunda-feira (26), no bairro da Santa Lúcia
O supervisor da categoria de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), Johanisson Lima, de 33 anos, foi assassinado por ciúmes. O crime contou com a participação de cinco pessoas, incluindo um mandante, e teve desdobramentos em confronto policial, que resultou na morte de três suspeitos. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) nessa segunda-feira (26).
Johanisson foi morto a tiros a poucos metros de sua casa, no bairro da Santa Lúcia, em Maceió, no dia 23 de janeiro deste ano. Ele foi executado por um homem em uma bicicleta, que fugiu por cerca de 500 metros. Em seguida, abandonou o veículo e escapou com o apoio de um motociclista que o aguardava.
Segundo as investigações, participaram da ação o executor, uma mulher de 28 anos e um homem de 27 anos. Os dois últimos monitoraram a vítima. A identificação dos três ocorreu por meio de câmeras de videomonitoramento.
Os três suspeitos morreram na madrugada de domingo (25), após reagirem à ação da Polícia Militar. Foram apreendidas uma pistola e dois revólveres, que foram encaminhados para a perícia.
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Outros dois suspeitos também foram identificados: o mandante do crime, conhecido até o momento como Ruan, e o motociclista Simeone, responsável por auxiliar na fuga do executor. O mandante está foragido, mas, segundo a defesa, deve se apresentar espontaneamente. Já Simeone foi preso nessa segunda-feira (26), na Santa Lúcia, e confessou a participação no crime.
Conforme a Polícia Civil, o suposto mandante não aceitava que a ex-companheira tivesse reatado o relacionamento com Johanisson.
A Polícia Civil acredita que o plano tenha sido articulado desde dezembro e que o valor acertado para a execução foi de R$ 10 mil.