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Sepultamento � marcado por como��o

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O sepultamento da agente penitenciária Dulcineide Pitombeira, 38 anos, mobilizou centenas de pessoas, na tarde de ontem. Em clima de comoção, familiares e amigos de trabalho não escondiam a emoção que cercou a sua morte trágica em consequência da queda de fios de alta-tensão. Quando o seu corpo chegou ao cemitério de São José, dezenas de pessoas já aguardavam o cortejo. Aos prantos, suas irmãs e a mãe eram amparadas por amigos. Ainda sob o impacto do acidente, os parentes optaram pelo silêncio. Dulcineide foi atingida quando estava com sua filha, Alana Pitombeira, de 5 anos. As duas tiveram os corpos mutilados, depois que a fiação caiu, supostamente por ter sido atingida por um caminhão da Viva Ambiental. ### Empresas divergem quanto a acidente | MAURÍCIO GONÇALVES - MARCOS RODRIGUES / Repórteres A Companhia Energética do Estado de Alagoas (Ceal) pode indenizar a família da agente penitenciária Dulcineide Pitombeira, 38 anos, mas pode cobrar o pagamento da dívida à empresa de recolhimento de lixo Viva Ambiental. A empresa contestou a versão apresentada pela Ceal, numa nota divulgada na tarde de ontem. Dulcineide foi eletrocutada e carbonizada após a queda de um poste, próximo ao churrasquinho onde trabalhava, na Avenida Jatiúca, sábado à noite. Mais três pessoas foram atingidas por descargas elétricas, inclusive a filha da agente, Alana Pitombeira, 5 anos. A menina teve uma perna e um braço amputados. Segundo a Ceal, um caminhão da Viva Ambiental se chocou com o poste, provocando a queda. A assessoria de imprensa da companhia informou que a Viva arcou com uma despesa de R$ 3 mil para garantir a implantação de um novo poste e da fiação elétrica. Com isso, estaria assumindo a responsabilidade pelo acidente. ///

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