Cidades
Empregada muda depoimento � Justi�a
Porto Calvo ? Mais de sete meses depois de ser presa em flagrante, acusada de praticar crime eleitoral no município de Porto Calvo, a empregada doméstica Maria Gelva de Oliveira, de 50 anos, voltou a ser ouvida, ontem, pela Justiça Eleitoral. Em audiência pública realizada no Fórum Domingos Fernandes Calabar, desta vez ela negou ter distribuído cestas básicas a eleitores que se dispusessem a votar no então candidato à reeleição, prefeito Carlos Eurico Leão e Lima, o ?Kaíka? (PMDB). Em setembro do ano passado, às vésperas das eleições municipais, oficiais de Justiça e policiais militares, autorizados pelo juiz da 14ª Zona Eleitoral, Ney Alcântara, apreenderam uma considerável quantidade de alimentos da casa de Maria Gelva. O mandado de busca e apreensão foi expedido após denúncias da coligação ?Governar com Honestidade?, encabeçada pelo candidato de oposição Ormindo Uchoa (PTB). ///