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Chuvas provocam caos em Macei�

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A grande quantidade de água da chuva que caiu sobre Maceió assustou os moradores da parte alta da cidade, na tarde de ontem. As ruas das principais avenidas mais pareciam verdadeiros rios. A água derrubou muros, inundou casas e escolas e deixou muita gente desesperada. Como foi o caso dos residentes do Conjunto Ernesto Maranhão, localizado às margens da Via Expressa. ?A água bateu na cintura. Os moradores estão desesperados, foi tudo muito rápido, não deu para salvar nada?, explica o professor David Batista. Alguns moradores não conseguiram entrar no condomínio, já que o acesso principal também foi tomado pela água. ?Eu já liguei para a minha mulher que está lá dentro. Ela está ilhada, mas eu não posso fazer nada?, conta José Ricardo de Oliveira. * Sob a supervisão da Editoria de Cidades. ### Rio transborda e inunda Feliz Deserto | PATRÍCIA BASTOS - Repórter Feliz Deserto ? Os moradores de Feliz Deserto nem se assustam mais com as cheias do Rio Canduípe em períodos de chuva. Desde o sábado, a água ultrapassou o nível da ponte e só é possível atravessá-la em veículos altos ou a pé, com a água acima do joelho em alguns pontos. Esse já é o quarto ano consecutivo que o rio inunda ruas e invade residências, deixando dezenas de famílias desabrigadas. ?Nos últimos anos tem sido assim. Quando começa a chover, logo todo mundo começa a prestar atenção no nível do rio. Se sobe muito, a gente trata logo de colocar as coisas no alto para não estragar nada?, declarou a dona de casa Edneide dos Santos, que mora numa das residências mais próximas da ponte. Ela usou cadeiras para suspender o sofá e colocou a televisão em cima de uma parede. Mandou o filho mais novo para a casa da avó e continua com a filha mais velha no imóvel alagado. ### Estado oficializa decretos de emergência | BLEINE OLIVEIRA - Repórter O governo do Estado homologou os decretos municipais que declaram situação de emergência nos municípios de Coqueiro Seco e Barra de São Miguel. A homologação é o primeiro passo para que as cidades atingidas por intempéries, como as fortes chuvas que caem em Alagoas, possam receber recursos federais. A situação de anormalidade precisa agora ser reconhecida pelo Conselho Nacional de Defesa Civil. Mas enquanto aguarda o reconhecimento, os dois municípios já recebem ajuda do Estado para enfrentar os prejuízos causados pelas chuvas. ?O governador [Teotonio Vilela Filho] já está nos dando apoio. Ele informou que há R$ 10 milhões para ajudar as prefeituras?, disse, ontem, o prefeito de Coqueiro Seco, Tadeu Fragoso. ### Magistrado fecha fórum e pede socorro à cúpula do TJ São Sebastião ? O juiz Jairo Xavier suspendeu as audiências e trabalho interno no Fórum de São Sebastião por tempo indeterminado, em virtude das infiltrações na residência cedida pela prefeitura para o funcionamento da representação do Judiciário. ?Vou levar o caso à Corregedoria do Tribunal de Justiça e ao Funjuris, para que seja tomada a atitude de construção de um Fórum. Aqui em São Sebastião, continuamos contando com o favor da prefeitura?, desabafou o magistrado. |PB ### Canal do Dique Estrada alaga ruas mais uma vez | FELIPE FARIAS - Repórter O excesso de chuva e a maré alta fizeram com que o canal que margeia a avenida Senador Rui Palmeira (Dique Estrada) transbordasse, no trecho em frente à comunidade Jardim São Francisco (favela Vila Brejal). A estrutura é afluente do canal da Levada, responsável pela drenagem da região do Mercado da Produção que deságua na lagoa Mundaú. Como fica no mesmo nível da lagoa, a água no canal que margeia o Dique Estrada fica sempre rente ao leito da pista, quando a maré está alta. Mas, a esse fator somou-se o excesso de carga no canal, que passou a receber mais água, por causa das chuvas recentes sobre Maceió. Sem ter para onde escorrer, devido à maré alta (que também eleva o nível da lagoa), o canal acabou transbordando. ### Chuva inviabiliza aulas em Maragogi | ACÁSSIA DELIÊ - Repórter Maragogi ? Mais de 800 alunos da Escola Estadual Batista Acioly, em Maragogi, estão sem aula desde quinta-feira. Por falta de espaço na sede da escola, eles estudam em um anexo ? também no Centro do município ? onde as aulas ficam inviáveis com a chuva. Ontem, alunos do 3º ano do Ensino Médio denunciaram a situação e cobraram do governo solução para o problema. Conforme publicado na edição da Gazeta, no último dia 17, os estudantes deslocados para o anexo sofrem com a precariedade do prédio: telhados quebrados e salas de aula com pouco espaço, motivo pelo qual muitos alunos assistem à aula em pé, encostados nas poucas janelas do prédio alugado pelo Estado. ///

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