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Ciclistas n�o utilizam itens de seguran�a

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O município deve lançar em julho uma campanha educativa para pedestres e também ciclistas, que vão receber panfletos mostrando a importância de usar itens de segurança. A distribuição deve começar pela orla, onde têm espaço garantido para circulação, com uma via só para eles, pavimentada e sinalizada. Só depois, preveem os organizadores, a iniciativa deve chegar a outras regiões ? onde está a maioria da população que usa a bicicleta, realmente, como meio de transporte ? e nem sempre tem respeitado o direito de ir e vir. De dez ciclistas atropelados recentemente, oito morreram. E três deles tiveram o crânio esmagado. O local que mais vezes aparece como cenário das tragédias é a Via Expressa, onde a ciclovia ainda não foi totalmente concluída, embora a obra tenha iniciado antes de viadutos já inaugurados e em plena utilização. ### Bicicletada vira mania em Maceió A denominação adotada pelos adeptos das novas propostas de concepção do transporte nas cidades é inspirada nos grupos de ciclistas chineses que se formavam às margens das grandes avenidas, à espera do momento de atravessar. Sozinhos, nada podiam fazer; reunidos numa massa numerosa, conseguiam forçar os veículos automotores a ceder-lhes passagem. Sob o nome de Bicicletada, reúne hoje ? um ano depois de chegar por aqui ? cerca de cem adeptos em Alagoas. O arquiteto e urbanista Daniel Moura, entusiasta da proposta e usuário de bicicleta, argumenta que é preciso investir em conscientização. ### Movimento nasceu nos EUA e tem adeptos em Alagoas O movimento que aqui recebeu como denominação de Bicicletada nasceu numa das mecas de vanguarda dos Estados Unidos, a cidade de São Francisco, na Califórnia, na década de 1990, chegou ao Brasil, em 2001, por São Paulo, e está em Maceió desde junho do ano passado. ?Queremos apenas que as cidades se humanizem mais; que sejam construídas em função de seus habitantes?, diz o arquiteto e urbanista Daniel Moura, um dos incentivadores. Na prática, o movimento consiste em promover um passeio pela cidade, no último sábado de cada mês. Mas, segundo ele, não se trata de algo meramente contemplativo ou físico. ///

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