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GIRAU DO PONCIANO

‘Aranha’, um dos traficantes mais perigosos de AL, é morto a tiros ao sair de presídio

Contra ele pesavam as mortes de um PM e de dois adolescentes, além de ameaças a membros da SSP

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Aranha foi morto a poucos metros do presídio do Agreste
Aranha foi morto a poucos metros do presídio do Agreste | Foto: Reprodução

Considerado um dos chefes do tráfico de drogas em Maceió e um dos criminosos mais perigosos de Alagoas, o traficante Ivanildo Nascimento da Silva, conhecido como ‘Aranha’, de 42 anos, foi morto a tiros nessa terça-feira (10), minutos depois de sair do presídio do Agreste, em Girau do Ponciano.

Ele foi assassinado a poucos metros do sistema prisional por homens que chegaram em dois carros e se apresentaram como policiais. O estudante de Direito Hamiriel Silva, de 27 anos, que estava com ele, também foi baleado e morreu no local. Um terceiro homem, não identificado, conseguiu escapar dos tiros.

Imagem ilustrativa da imagem ‘Aranha’, um dos traficantes mais perigosos de AL, é morto a tiros ao sair de presídio
| Foto: Reprodução

Ivanildo cumpria uma pena de 44 anos, 4 meses e 21 dias de reclusão. As investigações apontam que ele esteve envolvido em pelo menos 10 homicídios.

O homem era condenado em três processos pelos crimes de sequestro, homicídio, tráfico de drogas e associação ao tráfico. No entanto, ganhou autorização para progredir para o regime semiaberto após ter cumprido 20 anos de pena.

Contra Ivanildo pesavam os assassinatos do tenente da Polícia Militar Antônio Ângelo da Silva, de 45 anos, em dezembro de 2007, e dos adolescentes Edvan de Melo Almeida, de 16 anos, e Paulo Igor de Melo Almeida, de 13 anos.

Ivanildo também foi denunciado pelo Ministério Público de Alagoas pela tentativa de homicídio contra um comerciante de União dos Palmares. Ainda eram atribuídas a “Aranha” ameaças contra membros da cúpula da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL).

Segundo apuração da Gazetaweb, “Aranha” chegou a integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC). No entanto, mais recentemente, ele não era adepto de facções criminosas e se considerava “neutro”.

Ele ainda passou um período recluso em um presídio federal de Rondônia.

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