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SÉRIE DE ASSASSINATOS

‘Serial killer’ é condenado pela 7ª vez e soma mais de 174 anos de prisão em AL

Albino dos Santos Lima recebeu nova pena por matar idosa de 71 anos em 2019, no bairro da Chã da Jaqueira, em Maceió

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Imagem ilustrativa da imagem ‘Serial killer’ é condenado pela 7ª vez e soma mais de 174 anos de prisão em AL
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Albino dos Santos Lima acumula 174 anos, seis meses e oito dias de prisão em regime fechado após receber sua sétima condenação. O réu, considerado um dos maiores “serial killers” do país, foi julgado nessa quinta-feira (5) na 7ª Vara Criminal da Capital pelo assassinato da idosa Genilda Maria da Conceição, de 71 anos. A sentença aplicada foi de 22 anos, cinco meses e 15 dias de reclusão. O crime aconteceu em 2019 na Chã da Jaqueira, em Maceió.

Imagem ilustrativa da imagem ‘Serial killer’ é condenado pela 7ª vez e soma mais de 174 anos de prisão em AL
| Foto: TV Gazeta

O promotor de Justiça Antônio Vilas Boas conseguiu obter as sete condenações previstas no processo. “O Ministério Público sai satisfeito com o resultado do seu trabalho. Obtivemos uma pena que ultrapassou os 22 anos. Mais uma vez, a sociedade alagoana fez justiça”, declarou o promotor.

Genilda foi morta às 6h40 da manhã, quando atravessava um beco. Ela foi atacada no momento em que levava o neto de 11 anos para a escola.

O condenado era vizinho da vítima na época do assassinato. O réu teria matado a idosa porque deduziu que ela tinha conexão com o tráfico de drogas ou com facções criminosas. Essa conclusão se baseou no fato de que alguns usuários costumavam se reunir perto da residência da mulher.

O réu observou a rotina da vítima antes de executar o crime. Segundo o MP, ele planejou emboscá-la em um momento específico do dia, quando a idosa seguia uma rotina estabelecida.

No julgamento dessa quinta-feira, o réu não atribuiu o crime ao arcanjo Miguel, o que havia se tornado corriqueiro em julgamentos anteriores.

A defesa insistiu na afirmação de que Albino seria uma pessoa inimputável. O réu alegou inocência, embora tenha confessado o crime na fase policial.

Albino também não conseguiu explicar, quando questionado, por que o nome da vítima e a data do fato estavam em arquivos encontrados em seu celular. O aparelho, apreendido pela polícia, continha os nomes e datas de execução das demais vítimas da mesma forma.

Ele já foi condenado por seis assassinatos e uma tentativa de homicídio. Contra ele ainda pesam mais 11 crimes em Maceió.

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