Cidades
Paralisa��o prejudica 800 mil na capital
Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paralisaram, ontem, atividades nas três agências da capital, deixando pelo menos 800 mil pessoas sem acesso aos serviços ofertados pelo órgão federal. Ontem pela manhã, dezenas de segurados compareceram ao instituto, no Centro, mas encontraram suas portas fechadas. O Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social acompanha o movimento deflagrado em todo o País. Os manifestantes cobram a manutenção da jornada de trabalho de 30 horas semanais sem diminuição de salários. ?Temos o melhor desempenho do Brasil. O governo federal estabelece prazo médio de 30 dias para que solucionemos os pedidos de concessão de benefícios. Nossa média de solução dos pedidos é de 14 dias?, justifica Cícero Lourenço, presidente do Sindicato dos Previdenciários (Sindprev). ### Agentes ?enterram? Cícero Almeida Depois de protestar e fazer o enterro simbólico do prefeito Cícero Almeida e do secretário de Saúde Francisco Lins, ontem cedo, no Centro da capital, os agentes de Saúde ocuparam, no fim da tarde, de foma pacífica, a Secretaria Municipal de Finanças. Os manifestantes deixaram o prédio depois da intervenção da Polícia Militar e mediante promessa de que serão recebidos reunião pelo prefeito na próxima terça-feira, às 8 horas, segundo informou a assessoria de imprensa da prefeitura. A categoria exige aumento salarial em 35%, redução da carga horária de serviço, além de melhores condições de trabalho. ?O prefeito diz que tem uma gestão democrática, mas não aceita discutir com os servidores?, explica Maurício Sarmento, diretor do sindicato da categoria. ///