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PREVISÃO

Chuvas acima da média mantêm AL em estado de atenção

Volume em Maceió supera média mensal, gerando transtornos, com ruas alagadas e riscos de deslizamentos

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Chuvas deixam ruas alagadas em diversas partes de Maceió
Chuvas deixam ruas alagadas em diversas partes de Maceió | Foto: TV Gazeta

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) mantém o estado de atenção em Alagoas para chuvas de intensidade moderada a forte até as 23h59 desta terça-feira (31).

O alerta é baseado em análises meteorológicas atualizadas e aponta risco de ocorrências, como alagamentos e ventos intensos.

Segundo a Semarh, as condições climáticas atuais favorecem a formação de áreas de instabilidade que podem provocar pancadas de chuva em todas as regiões do estado.

Chove na capital desde o domingo (29), mas a chuva caiu com maior intensidade nessa segunda-feira, provocando alagamentos em diversas ruas.

Segundo a Defesa Civil, as chuvas registradas em Maceió ao longo de março já superaram em 25% o volume esperado para todo o mês, que era de 101 milímetros.

Cinco operários que atuavam na obra do Renasce Salgadinho envolveram-se em um acidente nessa segunda-feira, após serem atingidos pela correnteza causada pela chuva. O caso ocorreu no Vale do Reginaldo, onde os trabalhadores foram levados pela água do riacho e precisaram ser resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

Entre domingo e segunda, os pluviômetros da capital apontaram um acumulado de 52 mm, com maior intensidade no bairro Santa Lúcia. O cenário acende o alerta para riscos de deslizamentos de terra e alagamentos.

Ainda no Riacho Salgadinho, um corpo foi visto sendo levado pela correnteza, possivelmente em decorrência das fortes chuvas, antes de ficar preso em estruturas abaixo de uma ponte.

Nesta terça-feira, as regiões do Litoral, Zona da Mata e Baixo São Francisco exigem atenção redobrada, pois podem registrar volumes mais significativos de chuva. Há também a possibilidade de rajadas de vento e incidência de raios em pontos isolados.

Essas condições aumentam o risco de transtornos, como destelhamentos, queda de árvores e de estruturas mal fixadas, além de alagamentos em áreas com deficiência de drenagem urbana.

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