Cidades
Promotora reage � inexperi�ncia da PC
Depois de entregar ao procurador-geral do Ministério Público Estadual (MPE), Eduardo Tavares, na noite da última terça-feira, supostas gravações telefônicas que a inocentariam das acusações de tentar coagir o preso Antônio Wendel Melo Guarnieri, principal testemunha do caso Gil Bolinha, no fim da manhã de ontem, a promotora Marluce Falcão falou pela primeira vez sobre o caso. Ela negou que tenha usado sua condição de promotora de Justiça para interferir nas investigações nas quais o marido dela, o advogado Saulo Emanuel de Oliveira, o delegado Eulálio Rodrigues e o escrivão José Carlos Minin de Lins teriam recebido R$ 15 mil para liberar o traficante Moisés Santos da Costa, o Gil Bolinha. O fato teria ocorrido no dia 18 de junho. ### Advogado mineiro pode ter sido assassinado por Wendel A promotora Marluce Falcão não quis entrar em detalhes sobre a denúncia de que Antônio Wendel Melo Guarnieri teria sido contratado para matar um homem em Alagoas. Pelo serviço, Wendel receberia R$ 20 mil, duas pistolas ponto 40 e uma moto. ?As informações já foram passadas para a polícia e estão sendo investigadas?, limitou-se a declarar, durante a entrevista coletiva concedida, ontem pela manhã, na Associação do Ministério Público de Alagoas, em Jacarecica. Mas, diante de algumas perguntas, ela chegou a insinuar que poderia haver ligação entre as denúncias de Wendel e o assassinato do advogado mineiro Nudson Harley Mares de Freitas, 46, ocorrido no último dia 3 de julho, em um trecho da Avenida João Davino. ?Quando perguntei ao Wendel se havia ligação com esse crime, ele ficou muito nervoso?, disse, ao lembrar que a morte do advogado ocorreu dias depois que Wendel foi solto pela polícia. ///