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MEIO AMBIENTE

AL publica plano inédito que reúne 17 instituições para a conservação de tartarugas marinhas

Parceria amplia ações de monitoramento, educação ambiental e preservação

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Imagem ilustrativa da imagem AL publica plano inédito que reúne 17 instituições para a conservação de tartarugas marinhas
| Foto: instituto biota

Foi publicado no Diário Oficial de Alagoas o Plano de Ação Estadual para a Conservação das Tartarugas Marinhas. O documento foi oficializado nessa segunda-feira (13) e marca um avanço inédito na política ambiental local.

A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), coloca Alagoas em posição de destaque no país, sendo o primeiro estado brasileiro a instituir um plano específico para a conservação dessas espécies.

De acordo com o biólogo Bruno Stefanis, diretor-executivo do Instituto Biota, a publicação tem grande relevância e representa um marco tanto para o Estado quanto para a preservação da biodiversidade marinha.

“É a primeira vez que o Estado assume diretamente essa responsabilidade de conservação. Isso coloca Alagoas à frente de outros estados e fortalece a proteção das tartarugas marinhas”, destacou.

O plano engloba 17 instituições, entre órgãos governamentais e organizações não governamentais, que passam a atuar de forma conjunta na execução de ações voltadas à proteção, ao monitoramento e à educação ambiental.

Segundo Stefanis, a iniciativa amplia o alcance das ações, que antes eram realizadas de forma isolada. “Agora não são apenas uma ou duas instituições trabalhando. Existe um compromisso coletivo, com diversas entidades atuando juntas para garantir a conservação dessas espécies”, explicou.

O plano estadual está alinhado ao Plano Nacional de Conservação das Tartarugas Marinhas, atualmente em sua terceira edição. Isso reforça a descentralização das ações ambientais, permitindo a adoção de estratégias mais específicas para cada realidade local.

Além disso, o documento integra o programa Pró-Espécies, que busca fortalecer políticas públicas voltadas à proteção da fauna ameaçada no Brasil.

“Isso demonstra que o poder público está engajado e que a população tende a se envolver cada vez mais com a causa ambiental”, afirmou o diretor do Instituto Biota.

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