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INTERVENÇÃO

Hospital Metropolitano realiza cirurgia inédita de alta complexidade em paciente oncológico

Procedimento conhecido como cirurgia de Whipple foi realizado em um homem de 56 anos

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Joseval Costa de Souza relatou que trabalhava normalmente quando percebeu uma coceira incomum no corpo.
Joseval Costa de Souza relatou que trabalhava normalmente quando percebeu uma coceira incomum no corpo. | Foto: Neide Brandão / Ascom Hospital do Coração Alagoano

Pela primeira vez, o Hospital Metropolitano de Alagoas, localizado em Maceió, realizou uma cirurgia de alta complexidade para tratar câncer.

Segundo a unidade hospitalar, o procedimento, realizado no dia 6 de maio, é indicado apenas para pacientes com tumores na cabeça do pâncreas, na via biliar distal ou no duodeno, e foi executado pelo Centro Estadual de Oncologia. O paciente beneficiado foi Joseval Costa de Souza, de 56 anos.

Denominada duodenopancreatectomia — mais conhecida como cirurgia de Whipple —, a intervenção cirúrgica é considerada uma das mais desafiadoras da oncologia. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Erisvaldo Ferreira, esse procedimento envolve múltiplos órgãos e reconstruções delicadas.

Joseval Costa de Souza relatou que trabalhava normalmente quando percebeu uma coceira incomum no corpo.

Joseval Costa de Souza relatou que trabalhava normalmente quando percebeu uma coceira incomum no corpo.
Joseval Costa de Souza relatou que trabalhava normalmente quando percebeu uma coceira incomum no corpo. | Foto: Neide Brandão / Ascom Hospital do Coração Alagoano

Outro sinal que o preocupou foi o amarelamento da pele e dos olhos. Diante disso, o morador de Penedo procurou atendimento médico.

“Vim para cá realizar uma cirurgia na vesícula, pois estava com pedras. Entretanto, no hospital, observaram que havia algo a mais e iniciaram o tratamento”, disse Joseval.

Segundo a equipe médica do Hospital Metropolitano, Joseval Costa apresentou boa evolução clínica após a cirurgia e encontra-se na enfermaria da unidade.

Segundo o cirurgião do aparelho digestivo João Pedro Cedrim, o caso exigiu atenção redobrada da equipe devido ao histórico clínico do paciente.

“A cirurgia foi desafiadora porque o pâncreas já havia passado por uma manipulação prévia da via biliar, mas tivemos todo o suporte técnico da equipe do hospital e o procedimento transcorreu sem intercorrências”, ressaltou João Pedro Cedrim.

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