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Liminar garante reabertura da Arapu�

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Os funcionários das lojas Arapuã em Maceió voltaram à sua rotina de trabalho ontem, após o susto gerado pela decisão do juiz Rodrigo Marzola Colombi, da 6ª Vara Cível de São Paulo, que decretou a falência da rede fechando as 109 lojas existentes no País, na quarta-feira. A alegria do retorno, entretanto, não tem ainda o sabor total de vitória, mas aliviou as tensões de quem esteve prestes a perder o emprego. ?Não é só pelo emprego. Pode checar. Todos os funcionários estão dispostos a defender a empresa, porque a gente gosta de trabalhar aqui. Somos bem tratados e recebemos nossos salários em dia?, diz João Roberto, gerente da loja centro. Em Maceió são duas lojas e cerca de 50 funcionários que sustentam suas famílias com o emprego de vendedor. No Brasil inteiro são cerca de 2 mil trabalhadores que, somando-se aos fornecedores, chegam a quase 10 mil dependentes diretos e indiretos das lojas, segundo informa o assessor de imprensa da rede, João Alberto Iahez. Foi esse aspecto social que pesou na decisão do desembargador Silvio Marques, do Tribunal de Justiça de São Paulo, ao aceitar o pedido de liminar que permitiu a reabertura das lojas. A briga, agora, será no tribunal. Segundo Iahez, a Arapuã já quitou os débitos com todos os credores abaixo de R$ 100 mil. Acima disso, foi feito acordo com 99%. O único que não aceitou foi a Evadim, que entrou na Justiça. A tranqüilidade mesmo, segundo ele, só com a solução da concordata, se a Justiça considerar o acordo e homologá-lo, tornando-o extensivo a todos os credores.

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