Cidades
Justi�a comum julgar� seguran�as presos
A competência para punir os dois seguranças presos, acusados de liderar a destruição do acampamento de trabalhadores sem-terra que ocupam áreas da Usina Utinga Leão, em Rio Largo, caberá à Justiça comum. O papel do juiz da Vara Agrária, Ayrton de Luna Tenório, não é resolver conflitos de natureza criminal, como é o caso da invasão. Com esse esclarecimento, o magistrado revelou que espera a manifestação da empresa, após a audiência que manteve com seus diretores para tratar do conflito registrado na última quinta-feira, 25. O acampamento fica próximo ao Conjunto Cruzeiro do Sul. Cerca de 15 homens armados, usando 10 veículos, destruíram barracos, promovendo um ?despejo? sem ordem judicial. ///