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Ap�s DNA, fam�lia sepulta estudante
Foi quase um ano de angústia, de sofrimento e de uma busca desesperada. O último fio de esperança se esvaiu na quarta-feira passada, quando a família tomou conhecimento do resultado positivo do exame de DNA. Só então a ambulante Marilene Bandeira da Silva aceitou a morte do filho, Gabriel Bandeira da Silva, de 21 anos. Ele havia desaparecido no dia 18 de abril do ano passado, da frente da Adepol, em Jacarecica. Seu corpo foi encontrado dias depois e enterrado como indigente, no Cemitério Divina Pastora, de onde foi exumado na manhã de ontem e levado para ser enfim sepultado pela família, com o mínimo de dignidade, no Cemitério de Riacho Doce. O longo tempo decorrido desde o desaparecimento do filho não foi capaz de amenizar a dor da mãe. O pranto da ambulante Marilene Bandeira da Silva era o de quem tem uma ferida aberta e que será difícil de cicatrizar. ###