loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 29/07/2026 | Ano | Nº 6277
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Pedreiras se proliferam no leito do rio

Ouvir
Compartilhar

Além do problema da contaminação da água, na cidade de Cajueiro, o Rio Paraíba sofre com a extração indevida de areia e com a absurda exploração das rochas que compõem o seu leito. As pedreiras clandestinas que vão se formando ao longo do rio já fazem parte da paisagem da região. Os ?paralelepípedos? retirados são vendidos a R$ 1 cada e seguem para servir de alicerces de residências. O trabalho de retirada é árduo e perigoso. Sob o sol escaldante, o som das talhadeiras e de outras ferramentas contra as rochas do rio ecoa pelo vale do Paraíba. Os trabalhadores clandestinos são desempregados das usinas de cana-de-açúcar. Ocupam o leito do rio, montam suas pequenas pedreiras clandestinas e garantem o trocado no fim do dia. Secretário de Estado quer plano de recursos hídricos O secretário de Recursos Hídricos de Alagoas, Alex Gama, disse que o Estado já tem conhecimento dos problemas que afligem tanto a bacia hidrográfica do Rio Paraíba quanto a bacia do Rio Mundaú, conforme a Gazeta mostrou na edição do domingo, 7 de março. ?Nós temos conhecimento dos problemas e o governo está fazendo um trabalho de priorização de ações. Até porque não há dinheiro para resolver todo o problema de saneamento, do lixo, da drenagem e do abastecimento do Estado?, disse Alex Gama. Para ele, a contaminação das águas dos rios e o impacto ambiental provocado pelos lixões são os problemas mais graves que insistem em ameaçar os recursos hídricos de Alagoas. ###

Relacionadas