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Grupo de risco ignora vacina��o em AL

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A situação de Alagoas é semelhante a dos demais estados brasileiros em luta para combater o vírus H1N1, transmissor da gripe A. Divulgando números mais atualizados que o Ministério da Saúde, a superintendente estadual de Vigilância Epidemiológica, Sandra Canuto, disse que gestantes, idosos com doenças crônicas e adultos na faixa etária de 20 a 29 anos não estão atendendo ao chamamento para serem vacinados na proporção esperada. Esses grupos, informa ela, são os de maior risco de contraírem o vírus que já matou duas pessoas em Alagoas e mais de 36 no País, somente até março deste ano. O percentual ainda é baixo, disse a médica, alertando para a importância da vacinação. O relatório da Vigilância Epidemiológica mostra que do total previsto só foram vacinados 37,65% dos idosos (com doenças crônicas), 27,03% das pessoas com idade entre 20 e 29 anos, e 41,80% das gestantes. Grevistas protestam pelas ruas do Centro | ACÁSSIA DELIÊ - Repórter Maceió viveu, ontem, mais um dia de protestos. Os protagonistas, mais uma vez, foram os grevistas dos serviços públicos municipais. Pela manhã, cerca de mil servidores ?número baseado na quantidade de cadeiras ocupadas ?reuniram-se em assembleia no Clube Fênix Alagoana e rejeitaram a nova proposta de reajuste salarial oferecida pela prefeitura: de 3,3% o aumento passaria para 5%, com efeito retroativo ao mês de janeiro. Antes da votação, a presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sintel), Célia Capistrano, adiantava: ?Já sabemos que eles vão rejeitar?. De posse do microfone, Isac Jackson Cavalcante, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Alagoas, questionava se os servidores aceitariam um reajuste salarial de 10%. Nova rejeição do público, que definiu como contraproposta para a mesa de negociação um aumento mínimo de 15% para todas as categorias: pessoal administrativo e técnicos da áreas de Saúde, Educação e Segurança. População reclama dos efeitos da greve | LARYSSA OLIVEIRA * - Estagiária A greve dos servidores públicos de Maceió coloca em risco a vacinação contra a Gripe A na capital e o combate à proliferação do mosquito causador da dengue. Outro efeito da paralisação é a suspensão das aulas na escolas da rede municipal. A reportagem da Gazeta percorreu escolas e postos de saúde e constatou que em algumas unidades nem o vigilante tem trabalhado. Moradores da Rua Carlos Miranda, no Vale do Reginaldo, dizem que a Unidade de Saúde da Família (USF) do local paralisou as atividades no último sábado, dia 10. *Sob a supervisão da Editoria de Cidades

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