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Cláudio Humberto

Confira os destaques da política nacional #CH12012021

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Por Jorge Carlos | Edição do dia 12/01/2021 - Matéria atualizada em 11/01/2021 às 23h01

Foto: Divulgação
 

PODER SEM PUDOR: Primeiro os meus

O gaúcho Alceu Collares (PDT) discursava contra o aumento dos salários dos deputados quando ouviu o aparte de Philemon Rodrigues (PTB-PB): “Se não quer o aumento, faça doação para entidades de idosos da Paraíba.” Collares estraçalhou: “Isto é jeito de fazer aparte, deputado? Se é de dar para os seus velhinhos, dou antes para os meus.” O plenário foi às gargalhadas.


PT acusado de desfigurar a lei da improbidade

O substitutivo apresentado pelo relator deputado Carlos Zarattini (PT-SP) para alterar a Lei de Improbidade Administrativa (LIA) é considerado uma “afronta aos brasileiros” pelo autor do projeto Roberto Lucena (Pode-SP). É um substitutivo que certamente agrada aos acusados de corrupção. Um dos pontos mais absurdos, defendido pelo petista, é a alegação de que “não basta” ao agente público demonstrar vontade de cometer o ato improbo para configurar o crime, mesmo causando danos ao Estado.


Ladrões agradecem

Para Lucena, as mudanças vão impedir a responsabilização de quem receber propina, pois só permitirá a punição em caso de dano ao erário.


Retrocesso suspeito

A proposta do PT “desconfigura a proteção à probidade e recua de avanços históricos no combate à corrupção”, diz o político do Podemos.


Convite à improbidade

O relatório abre margem para impunidade total ao vedar enquadramento de negligência, imprudência e imperícia como atos de improbidade.


Caça aos marajás

Zarattini insinua que a LIA é dura demais no “combate ao enriquecimento ilícito de agentes públicos” por ter sido aprovada no governo Collor.


Aliança ao PT afasta Rodrigo Pacheco de Bolsonaro

O apoio do PT a Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para presidir o Senado ligou o alerta no governo e afasta a possibilidade de apoio do presidente Jair Bolsonaro. O atual ocupante do cargo, Davi Alcolumbre, pressiona o Palácio do Planalto a acionar a máquina administrativa para viabilizar a candidatura de Pacheco, mas ninguém espera ver Bolsonaro no mesmo barco do PT. Até porque são cada vez mais inquietantes os sinais de que o senador mineiro pretende ser a “versão senatorial” de Rodrigo Maia.


Barbas de molho

Ao buscar apoio do PT, Rodrigo Pacheco reforça a reputação de “aliado inconfiável”, do tipo que joga para plateia e cede à pressão da oposição.


Modelito Maia

Michel Temer tirou Rodrigo Maia do baixo clero e o elegeu presidente da Câmara. Quando tentaram cassar Temer, o “aliado” Maia se absteve.


Modelito Pacheco

Rodrigo Pacheco era do MDB de Temer e presidia a CCJ da Câmara, e escolheu um relator que fez o que pôde para cassar o ex-presidente.


O candidato petista

Candidato do PT para presidir o Senado, Rodrigo Pacheco (ex-MDB, atual DEM-MG) votou a favor do impeachment de Dilma, da PEC do Teto de Gastos e da Reforma Trabalhista. Mas o PT nem está aí para isso.


Mico esquerdista

A atrasadíssima esquerda sul-americana pediu ontem em carta, assinada inclusive pelo ex-presidiário Lula, a soltura de outro ladrão, o argentino Amado Boudou, ex-vice de Cristina Kirchner, que cumpre pena de 5 anos e 10 meses de prisão por corrupção e etc. Que vergonha.


Mourão esconde o jogo

O vice Hamilton Mourão, comentarista diário de generalidades, disse que foi tratado contra Covid “com os remédios preconizados pelos médicos”. Não esclareceu se tomou cloroquina, ivermectina, zinco...


Custos insuportáveis

É curiosa a decisão da Ford de paralisar a produção de veículos no Brasil e manter suas fábricas na Argentina, mercado várias vezes menor. Tem a ver com os custos de impostos e direitos trabalhistas excessivos.


Reeleição em 1º turno

O ex-senador Mão Santa disse ontem, ao empossar os secretários em novo mandato na prefeitura de Parnaíba (PI), que Bolsonaro será reeleito no primeiro turno “porque o povo sabe que ele é o melhor para o Brasil”.


A ‘rua’ republicana

A imprensa “vende” o impeachment de Donald Trump omitindo que a maioria republicana do Senado não permitirá, como já ocorreu antes. Há correligionários que não gostam do presidente dos EUA, mas sabem que a “rua” republicana é Trump: ninguém é mais popular que ele, no partido.


O preço do autoritarismo

As ações do Google, Facebook e Twitter caíram após banirem perfis de Trump, considerado grave ataque à liberdade de expressão. O Twitter perdeu US$5 bilhões e o Facebook US$34 bilhões em valor de marcado.


O adversário mais temido

A insistência dos democratas no impeachment de Donald Trump é uma jogada eleitoral: o objetivo é impedir que ele volte a se candidatar em 2024. Mas para emplacar isso só com dois terços dos votos no Senado.


Pensando bem...

...essa pandemia é Ford.

VANINHA NUTELS, diretora da rede FluLook, uma das referências na área empresarial alagoana pela competência na condução das empresas
VANINHA NUTELS, diretora da rede FluLook, uma das referências na área empresarial alagoana pela competência na condução das empresas - Foto: Divulgação
 


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