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Cláudio Humberto

Confira os destaques da política nacional #CH08012022

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Por Claudio Humberto | Edição do dia 08/01/2022 - Matéria atualizada em 07/01/2022 às 21h45

 

 

PODER SEM PUDOR: Solução rápida

A questão de água, no Nordeste, sempre aguçou rivalidades. Certa vez Juarez Távora, ministro da Viação de Castello Branco, foi ao Rio Grande do Norte visitar obras. Ao desembarcar, ouviu de um líder político local: - Precisamos de um grande açude aqui, porque estamos inferiorizados em relação ao Ceará. Lá, existem 19; aqui, 18. Távora sacou a solução na hora: - Não tem problema. Mando arrombar um no Ceará e fica empatado.


MP repete mamata para distribuidoras de energia

A MP 1078 do presidente Jair Bolsonaro, autorizando distribuidoras de energia a contrair empréstimos a serem pagos pelos consumidores, objetiva transferir aumentos de tarifa para depois das eleições, avaliam especialistas. A jogada malandra repete outra, de 2020, que viabilizou empréstimo de R$ 16,1 bilhões às distribuidoras para impedir aumentos de tarifas na pandemia. Esses empréstimos têm sido pagos pelos cidadãos, por meio de contas de luz infladas com bandeiras tarifárias.


Encargo desonesto

A crise hídrica já era, mas a conta de luz segue com bandeira vermelha P2, vil, só para pagar a dívida bancária de distribuidoras bilionárias.


Ganhando no grito

A nova MP de Bolsonaro saiu depois que o presidente da Aneel, adulador das distribuidoras, anunciou aumento de 19% em 2022.


Olha que vergonha

A esperteza, que garante mais lucros para distribuidoras, põe o custo nas costas do consumidor cativo, que não pode abrir mão de energia.


Honrosas exceções

Na mamata anterior, utilizando a pandemia como pretexto, só 3 das 16 distribuidoras, certamente por vergonha, recusaram o empréstimo.


Progresso real

Presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia comemorou a lei da geração própria de energia, que traz segurança jurídica e alivia o consumidor. “É uma das melhores alternativas para fugir das bandeiras tarifárias”.


Oportunismo: Dipirona salta de R$ 0,80 para R$ 4,80

O estardalhaço com os casos de Influenza (H3N2) no País tem deixado a indústria farmacêutica feliz como pinto no lixo. A H3N2 junta ou sobreposta ao aumento de casos da Covid-19 já fez a Dipirona injetável pular de R$0,80 para R$4,80. E pode não parar por aí. O estardalhaço provoca aumento de faturamento dos laboratórios mais do que é Possível obter com propaganda formal. Esta semana, alguns hospitais conseguiram comprar ainda a R$2,80 a droga essencial ao tratamento.


Vivas ao vírus

Os coronalovers estão excitadíssimos com o avanço da ômicron. Raros foram os veículos que contaram o detalhe de que a única vitima fatal dessa variante era portador de fibrose pulmonar, doença gravíssima.


Fármaco imprescindível

A Dipirona é um fármaco básico para o enfretamento dos sintomas de muitas enfermidades, nos hospitais.


Sem justificativa

“O vírus chega e os preços dos medicamentos aumentam sem qualquer justificativa”, denuncia o médico Edgar Antunes Neto.


Oportunismo perverso

Presidente do Hospital Veredas, o maior de Alagoas, Edgar Antunes Neto convive com os efeitos do oportunismo perverso da indústria.


Bronca insuperável

A bronca dos idiotas que atacam o renomado médico cirurgião Antonio Macedo têm apenas uma bronca insuperável do cirurgião: ele salvou a vida do presidente Jair Bolsonaro, após a facada.


À deriva

Com Recife submersa pelas chuvas, o inexperiente prefeito João Campos (PSB), queixam-se os aliados, esticou a folga do seu recesso e acabou contraindo covid mais uma vez, deixando a cidade à deriva.


Choque de realidade

O ex-juiz Sérgio Moro saiu pelo Brasil todo animado na quinta, mas as vaias recebidas e ser chamado de “traíra” no primeiro dia mostraram ao pré-candidato do Podemos que a “campanha” será longa e difícil.


Pensando bem...

... candidato que não encara o povo, corre o risco de acreditar que o mundo real é igual ao da sua propaganda eleitoral.


Nova frente

Prefeitos de Maceió, JHC (PSB), Pilar, Renato Filho (PSC), e o senador Rodrigo Cunha (PSDB), acertaram criação de uma nova frente política no estado nordestino para enfrentar a velha política em Alagoas.


Centro esquerda

Rodrigo Cunha, Renato Filho e JHC, que liderariam as pesquisas, uniram partidos de centro e esquerda para “enfrentar antigos clãs”, que dominam a política alagoana. Sem apelar para o antibolsonarismo ou o antilulismo. A ideia é renovação.


Menos é mais

A raiva cega de novo a análise do Greenpeace sobre desmatamento na Amazônia. Os alertas do Deter caíram pelo segundo ano seguido, mas a ONG, apesar de reconhecer isso, mantém o discurso apocalíptico.

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