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Confira os destaques da política nacional #CH01062024
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PODER SEM PUDOR: Dedo acusador
O Brasil ainda estava sob o regime militar, em 1982, quando o País realizou suas primeiras eleições livres. Em um debate na TV Globo, o candidato do PDT em São Paulo Rogê Ferreira é sorteado e faz a pergunta a Lula: “Afinal, você é socialista, comunista ou trabalhista?”. Lula arrancou risadas e deixou Ferreira envergonhado dele mesmo: “Eu sou torneiro mecânico”.
Avaliação de Lula derrete sob o sol de Fortaleza
A avaliação do governo Lula (PT) pelos brasileiros despenca de maneira tão impressionante, em 2024, que até nos redutos do PT, como o Nordeste, houve queda acentuada. Em Fortaleza, levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta (31), mostra que Lula derrete também sob o sol nordestino: em janeiro, o governo era avaliado como “ótimo” por 24,6% do total, mas agora não passa de 14,8%. Isso mostra que a avaliação do governo desabou quase dez pontos em cinco meses.
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Começou em janeiro
Após Fortaleza apontar em janeiro 24,6% de “ótimo” para o governo Lula, já em março a avaliação mostrava uma queda livre em curso para 16,1%.
Queda livre em maio
Ladeira abaixo, o governo petista já desceria apenas aos 14,8% de “ótimo” em maio, enquanto sua avaliação negativa subia em flecha.
‘Péssimo’ em alta
O Paraná Pesquisas verificou que, entre janeiro e maio, a avaliação de governo “péssimo” subiu 7,5 pontos percentuais: de 24,3% para 31,8%.
Dados técnicos
Em Fortaleza, onde Capitão Wagner (PL) lidera com folga para prefeito, a pesquisa se deu entre 26 e 30 de maio sob registro TSE nº CE 04073/24.
Partidos da Esplanada deram 415 votos contra Lula
Partidos que ocupam cadeiras na Esplanada foram determinantes para engrossar a surra que Lula levou na sessão do Congresso que analisou vetos presidenciais, especialmente o “veto da liberdade”, mantido, e a queda do veto sobre saidinha. Somadas as duas pautas, foram 415 votos contrariando o que orientou o Planalto. No veto da liberdade, votado apenas na Câmara, foram 193 votos vindos de “aliados” como PP (42), União Brasil (51), Republicanos (40), PSD (37), MDB (21), PDT (2).
Derrapou
Chamou atenção o voto de José Medeiros (PL-MT), reconhecido opositor. Se absteve no veto da liberdade. O deputado disse que votou errado.
No muro
Do lado petista também teve quem ficou em cima do muro. O deputado Paulão (AL) foi o único voto divergente no partido, optou pela abstenção.
De lavada
Na votação que derrubou o veto de Lula que mantinha regalia para bandido, a surra foi ainda maior: 222 votos de partidos com cadeira na Esplanada.
Jogo de cena
Fala do vice-presidente Geraldo Alckmin só confirma o que todo mundo já sabia: não passou de jogo de cena a lorota de Lula de que vetaria taxação de compras até US$ 50. Alckmin admitiu que Lula não vai vetar.
Vergonha alheia
Viralizou nas redes uma encenação do ditador venezuelano Nicolas Maduro, com apoiadores, fingindo emoção e apreço. Além do mico, o tirano está vestido da cabeça aos pés de Nike, capitalista empresa americana.
Fundamentos gelados
Após semana marcada por derrotas de Lula no Congresso, deputados começam a reclamar da falta de atenção a pautas “fundamentais”, como a reforma administrativa, na geladeira há quase seis meses.
Fundo perdido
O Brasil, apesar de estar entre os países com a maior carga tributária, é aquele com pior retorno para o bem-estar da população. Os dados foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
Fim da distância
“Pelo bem do Brasil e do Parlamento, nós precisamos acabar com as sessões virtuais. Está completamente errado. O sujeito vota, não sabe o que está votando”, disse o deputado Arthur Maia (União-BA) à coluna.
Dengue sem controle
O surto de dengue já não ganha destaque nas manchetes, que também se atrasaram para dar atenção às enchentes no Sul: o Brasil fechou a semana com mais de 5,4 milhões de casos da doença e 3.254 mortes.
Muito pior
“Só tem algo pior para a economia do que a pandemia: o PT”. Essa é a conclusão do vereador de São Paulo Rubinho Nunes (União) após déficit nominal bater recorde sob gestão de Lula: R$1.042,8 bilhão.
Pensando bem...
...rombo maior que a pandemia, com amor, pode.