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Confira os destaques da política nacional #CH12022025
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Reza a lenda em Minas que, na campanha de 1994, o deputado Paulo Heslander (PTB) visitou o povoado de São José dos Rosas e procurou o chefe político local. Mas Divino se desculpou:
— Já tenho candidato.
O deputado lamentou:
— Ah, que pena. Eu ia oferecer um carro zero em homenagem ao seu caráter.
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Divino arregalou os olhos e gritou para os fundos da casa:
— Mulher, faça um cafezinho e traga um bolo para o deputado!
No comício, Divino fez um discurso emocionado pedindo votos para Heslander. No final, o candidato já se preparava para ir embora quando Divino perguntou:
— E o carro zero?
Heslander sorriu:
— Ora, meu amigo, aquilo foi uma brincadeira…
Divino ficou indignado, mas era tarde demais: Heslander foi o mais votado na localidade.
Planalto torrou R$ 26 milhões no cartão corporativo
Com a maior parte dos gastos protegida por sigilo, os cartões corporativos da Presidência da República ultrapassaram R$ 26,2 milhões em despesas ao longo de 2024. E a gastança segue: nos primeiros dias de 2025, já foram R$ 1,4 milhão. A CGU afirma que o uso do cartão deve seguir “princípios” como a transparência. Mas a realidade contradiz o discurso. Entre os poucos registros divulgados, consta uma compra de R$ 7 em uma loja de tinta de Brasília.
Esconde-esconde
Do total gasto em 2025, o governo Lula impôs sigilo sobre R$ 1.396.933,44, impedindo que o contribuinte saiba para onde foi o dinheiro.
Sem satisfação
Uma das compras mais intrigantes da Presidência soma R$ 166.750,00. Mas o que foi comprado? O governo não revela.
Tudo no sigilo
Várias despesas de valor elevado estão ocultas, como uma de R$ 116.425,74. O cidadão paga, mas não pode saber para quê.
Por nossa conta
Os petistas nunca tiveram pudor com dinheiro público. No primeiro governo Lula, o cartão foi usado até para pagar tapioca para ministro.
Mãos molhadas
A agência do governo americano USAID bancou “apoio e treinamento” para 6,2 mil jornalistas, 707 veículos não estatais e 279 ONGs da mídia mundo afora, segundo documentos revelados pelo WikiLeaks. No Brasil, o dinheiro irrigou mãos famosas na esquerda.
Caindo a ficha
Em 2022, um artigo da ONG Brazil Washington Office confirmou que a USAID destinaria R$ 1,56 bilhão até 2030 para “conservar a Amazônia”. O diretor da ONG? Paulo Abrão, ex-número dois do Ministério da Justiça de Dilma Rousseff.
Contexto
A Brazil Washington Office foi a ONG que financiou a viagem de políticos brasileiros de esquerda aos EUA em 2024 para defender a “regulação das redes sociais” — bem no auge do embate entre Elon Musk e Alexandre de Moraes, às vésperas da eleição americana.
Problema em casa
Enquanto Lula tenta cooptar partidos como o PP com a reforma ministerial, velhos aliados reclamam da falta de espaço. PDT e PSB se sentem “desprestigiados”.
Caminho do brejo
O MDB tem um problema: 10 dos seus 11 senadores precisarão renovar o mandato em 2026. No PSD, só 3 dos 15 senadores têm cadeira garantida até 2030. O restante terá de pedir votos para continuar no cargo.
Gigantes sem woke
Seguindo os passos de Tesla, Meta e Amazon, o Google decidiu “revisar” seus programas de “Diversidade, Equidade e Inclusão” — movimento semelhante ao da Accenture, uma das maiores consultorias do mundo.
Pergunta na Lei
Quem precisa de Orçamento em um país de governo gastador?