JUDICIÁRIO
Governo recalcula rota e adia sabatina de Jorge Messias após revés nos votos
Ninguém aguenta mais o Lula, dentro ou fora do Brasil”
PODER SEM PUDOR: Pior que na ditadura
O advogado Técio Lins e Silva, que defendeu presos políticos por mais de duas décadas, denunciou certa vez ao então ministro da Justiça, Tarso Genro, que o tratamento da Polícia Federal ao exercício da advocacia no governo petista ficou “muito pior” que na ditadura. Lembrou que ouvia presos sem cerceamentos, até no temido Regimento Sampaio, no Rio de Janeiro, nos anos de chumbo: “Certa vez, no fundo da sala, havia um coronel orelhudo e, diante daquelas orelhas enormes, pedi ao general para retirá-lo, no que fui atendido.” Para Lins e Silva, a PF da era petista, na ocasião, não reconhecia o direito dos presos nem as prerrogativas dos advogados.
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Governo revisa projeção de votos pró-Messias
Tem explicação a mudança na sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula para ocupar a vaga do ministro aposentado Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). O cenário mudou e piorou muito a intenção do “Bessias” de ocupar a suprema cadeira na última semana. A sutil mudança, de apenas um dia, de 28 para 29 de abril, garante a votação após a reunião de líderes, quando deve sair a “aferição final” da pressão para a sabatina de Messias.
Esvaziou
Há uma semana, otimistas falavam até em 52 votos pró-Messias. Esta semana, tabelas indicam que não bate nos 50, com contas até em 43.
Não colabora
Governistas e oposicionistas contam que o clima azedou mais por “culpa” do Supremo do que pelas derrapadas do inábil governo do PT.
Supremo governismo
Nas “barbeiragens” do STF, diz uma fonte, aparece o inquérito aberto contra Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário de Lula em outubro.
Pé atrás
Há ainda a inclusão de Romeu Zema (Novo), outro nome da oposição, no interminável “inquérito das fake news”, e a eleição do Rio de Janeiro.
Lula tem histórico de tentar ‘criar caso’ com EUA
A promessa de Lula (PT) de aplicar “reciprocidade” no caso do delegado brasileiro expulso dos Estados Unidos por tentar burlar regras de imigração contra o ex-deputado Alexandre Ramagem é apenas mais uma das várias tentativas do petista, ao longo dos anos, de “criar caso” e desestabilizar a relação entre os dois países. Começou em 2004, quando Lula ameaçou expulsar o jornalista Larry Rohter, do New York Times, por reportagem sobre sua bebedeira. Lula acabou recuando. Sempre recua.
Amigo de tiranias
Em 2010, tentou “mediar” em favor do programa nuclear do Irã. Foi enxotado pelos EUA, que iniciavam sanções contra a ditadura dos aiatolás.
No lado errado
Na guerra da Ucrânia, Lula passou pano para invasores russos. E apoiou os terroristas do Hamas contra Israel, onde virou persona non grata.
Ranço contra EUA
Em 2023, já no atual mandato, Lula passou a criticar a “hegemonia do dólar” e a colecionar provocações aos EUA, país que mais investe no Brasil.
Crachá retaliado
Após bravatas de “reciprocidade” contra a expulsão do seu agente, Lula (PT) baixou a bola. A “retaliação” será retirar credenciais de acesso de um policial americano à Polícia Federal. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo: o americano apenas perde o crachá de acesso ao prédio.
Lista arquivada
Sem ter como reagir ao flagrante de manipulação do ICE para deportar Alexandre Ramagem, o governo Lula listou opções de oficiais de inteligência a serem expulsos do País. Recuaram. Sempre recuam.
Ao dicionário
Um adulto entrou na sala, no Itamaraty, e lembrou que, ao expulsar um funcionário americano sem haver cometido violações semelhantes às do delegado, o Brasil estaria praticando retaliação, e não reciprocidade.
Lulatour
A deputada Carol de Toni (PL-SC) cobrou explicações da Casa Civil e do Itamaraty acerca da gastança de Lula no tour pela Europa. A coluna revelou que, na Alemanha, só com hospedagem, passou dos R$ 812 mil.
Mão na carteira
A Aneel, agência reguladora que parece trabalhar contra o consumidor, bateu mais um prego no caixão do combalido bolso do brasileiro: liberou reajuste que chega a 20% para mais de 20 milhões de consumidores.
Ineditismo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lembra: desde que entrou em vigor a Constituição de 1988, nenhum parlamentar foi condenado por calúnia no STF, acusação pela qual ele agora é investigado na Corte.
Psicopatas fora
Pré-candidato a senador no Amazonas, Capitão Alberto Neto (PL) criticou ações do Ibama no estado, que acusa de atear fogo a casas de produtores rurais. O deputado disse que o governo federal do PT maltrata o povo e prometeu “enfrentar os psicopatas ambientalistas”.
União
Ao citar Flávio e Michelle Bolsonaro, a governadora do DF, Celina Leão (PP), demonstra convicção na união da direita nas eleições: “Temos valores em comum, um projeto para o Brasil e nomes preparados para liderar”.
Pensando bem…
…credencial não é visto.