Contas públicas
Governo tenta fechar conta de R$ 298 bilhões em medidas lançadas no ano eleitoral
Pareceu mais uma eleição fraudada”
PODER SEM PUDOR: ALKIMIN, A RAPOSA
A raposa mineira José Maria Alkimin visitava o interior quando encontrou um velho correligionário, dono do jornal local: “Como vai ‘O Combate’?”, perguntou. “Não é ‘O Combate’, deputado. O nome do jornal é ‘O Debate’…”, explicou o eleitor. “Ora, eu sei! Refiro-me ao seu combate no ‘O Debate’…”, explicou o mineiro. “Apesar das dificuldades, vai muito bem, deputado”, disse o dono do jornal. “Leio seu jornal todos os dias, amigo!”, continuou Alkimin, incorrigível. “Mas, senhor, o jornal é semanal…”, comentou o correligionário. “É claro que é semanal. Eu sei! Todas as semanas pergunto para minha secretária: ‘Cadê O Debate?’. É que ele é tão bom que eu acabo lendo todos os dias. Está sempre na minha cabeceira”.
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IMPOSTOS BANCARÃO A REELEIÇÃO: R$ 298 BILHÕES
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Agora Lula (PT) tenta arrumar os R$ 298 bilhões do custo da reeleição, somatório das 35 medidas caça-votos em pleno ano eleitoral, apesar da proibição na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997), enquanto o TSE oficial e o paralelo, no STF, fingiam-se de mortos. Dario Durigan (Fazenda), um gozador, mostrou-se mais preocupado com a falta de “racionalidade” da queda recorde da Bolsa, de quase 17%, reflexo do pessimismo com a irracionalidade nos gastos e o desprezo petista pelo equilíbrio fiscal.
SOME R$ 27,7 BI
Somente o aumento do Bolsa Família terá impacto de R$ 22,7 bilhões no ano que vem, e mais R$ 5 bilhões serão torrados no Desenrola 3.
CONTE MAIS R$ 12 BI
Outro deboche à Lei das Eleições, o transporte gratuito nos fins de semana terá custo estimado em R$ 12 bilhões no ano que vem.
PIX DE DINHEIRO ALHEIO
Em decisão tida como compra descarada de votos, Lula anunciou Pix de R$ 5 mil para cada microempreendedor. Noves fora, mais R$ 5 bilhões.
ACRESCENTE R$ 5,3 BI
As medidas demagógicas também derrubam a receita de impostos. O fim das bets diminuirá a arrecadação federal em R$ 5,3 bilhões em 2027.
APARELHADO, TSE DÁ SINAIS DE IRRELEVÂNCIA NA ELEIÇÃO
Com o desrespeito à lei na campanha e os escandalosos crimes eleitorais de abuso de poder político e econômico em 2026, enquanto ministros estavam mais preocupados em atender aos interesses dos candidatos preferidos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) demonstrou, na prática, que passou da hora de o Brasil discutir sua extinção. Nos Estados Unidos, por exemplo, não existe um TSE, nem órgão semelhante com sede suntuosa e custo bilionário. E na maior democracia do mundo também há eleições a cada dois anos.
DINHEIRO FISCALIZADO
Existe apenas a Federal Election Commission (FEC), que regula só o financiamento de campanhas federais, sem administrar a votação em si.
PROPAGANDA É PAGA
Lá, não há propaganda gratuita obrigatória em rádio e TV. Se querem se promover, os candidatos pagam anúncios nos veículos de comunicação.
LEI SIMPLES
A lei federal obriga apenas que emissoras que cedam espaço a um candidato ofereçam a mesma oportunidade a outros na disputa.
ESQUECERAM DELE
Enquanto mofa na prisão, Daniel Vorcaro deixou de ser assunto, assim como autoridades que se enrolaram com seus milhões, enquanto avançavam a campanha e o protagonismo de ministros eleitorais.
SUTILEZAS DA GUERRA
O passaporte apreendido dá a Flávio Bolsonaro mais um argumento para alegar perseguição. É investigado por suposta “lavagem de dinheiro” com o advogado Willer Tomaz. Já Eugênio Aragão, sócio de Tomaz há nove anos, ex-ministro de Dilma e ex-advogado de Lula, não foi incomodado.
FASCISMO IN NATURA
Nem 24 horas após o fim da eleição, o perfil oficial do PT no Paraná ameaçou: “Deltan, vc é o próximo”. Para o senador eleito, o “governo do amor” mostra a verdadeira face: “ódio, vingança e perseguição”.
NUMEROLOGIA
A última vez que um senador de oposição foi derrotado por candidato petista para a Presidência da República foi o início do que seria o segundo impeachment de um presidente no Brasil.
PEQUENA DIFERENÇA
Após a derrota para Dilma (PT) em 2014, o então senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou que faria “oposição rigorosa” ao governo petista. Não teve o passaporte apreendido: o líder oficial foi Álvaro Dias (PR).
PRECISAVA DE ESCÂNDALO
Antes dessa segunda-feira (26), foi em 2020, na pandemia, a última vez que o circuit breaker foi ativado na Bolsa de Valores. Antes disso, em 2017, no “Joesley Day”, quando vazaram áudios do controlador da JBS com Temer.
CASO RARÍSSIMO
Antes do “Joesley Day”, o circuit breaker da Bolsa de Valores de São Paulo havia sido acionado na crise de 2008, quando bolsas de todo o mundo despencaram após a crise do subprime nos Estados Unidos.
RESISTÊNCIA
Flávio Bolsonaro promete transformar o Congresso em trincheira contra o governo Lula (PT). “Não vão me calar, não vão me intimidar”, avisou, prometendo oposição combativa: “Não vamos desistir do nosso Brasil”.
PENSANDO BEM…
…“democracia” tupiniquim é ordenar batida policial contra o principal político de oposição no dia seguinte à eleição.