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Pastor transforma relatos bíblicos em série de mensagens curtas online

Társis Wallace lembra passagem sobre a desobediência de Israel, que preferiu seguir seus próprios caminhos e adorar outros deuses, e levou a nação a um estado de ânimo deplorável, no cativeiro

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Pastor Társis transforma relatos bíblicos em histórias com muita semelhança ao que acontece nos dias de hoje
Pastor Társis transforma relatos bíblicos em histórias com muita semelhança ao que acontece nos dias de hoje -

“Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos! Eu o sustentaria com o trigo mais fino e os saciaria com o mel que escorre da rocha.” Por absoluta misericórdia de Deus, Israel tornou-se o povo da Aliança, apesar de seus deméritos superarem os méritos. Deus queria livrá-los do cativeiro iminente, mas, com o coração obstinado, eles preferiam seguir seus próprios caminhos.

“O Deus Eterno fez esse primeiro movimento de escolher Israel para que se tornasse de fato um povo Seu, com direito a todas as benesses e bênçãos também decorrentes do seu atendimento ao chamado divino. Todavia, em muitas oportunidades aquela nação amada optou pela estrada da desobediência; desconsiderou o pacto com Deus”, descreve o pastor Társis Wallace, da Igreja Batista Betel.

Sempre que Israel agiu assim – “e não foram poucas as vezes” – de acordo com o pastor de Betel, Deus utilizou profetas para abrir-lhe os olhos. “Ah se meu povo me escutasse” é o oráculo divino dado a Asaf (Salmo 81.13-16), no qual Deus lamenta a desobediência daquele povo, que O trocou por outros deuses. Em Isaías 1.19 faz uma advertência convite semelhante: “Se vocês quiserem, e me ouvirem, comerão o melhor dessa terra!”

“O que aconteceria se Israel escutasse a Deus e andasse nos Seus caminhos?” – Mencionando o que era mais interessante na cultura de um povo nômade, vivendo mais tempo no campo do que na cidade, Ele diz: “Eu o sustentaria com o trigo mais fino, o mais saboroso; o mais nutritivo”. Além do mel que corre na rocha, Deus saciaria (aplacaria a fome) com esse mel de alta qualidade.

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O Salmo diz ainda que “se Israel andasse nos Meus caminhos...” Esses caminhos do Senhor, no entendimento do pastor Társis, “levam-nos sempre para o que há de melhor, de mais realizador. Porém, às vezes achamos que o caminho que escolhemos é o mais interessante – e vamos em frente, deparando-nos logo com o desinteressante, que aparece como resultado da nossa má escolha”.

Foi isso que aconteceu com Israel. “Quando lemos o Primeiro Testamento com atenção, vemos quanto esse povo foi ingrato, infiel, quebrando em várias oportunidades a aliança reveladora do amor de Deus por si. Como decorrência disso, algumas vezes chegou a amargar o desterro na Babilônia, na Síria, Pérsia e depois a opressão dos gregos e romanos em sua própria terra”, prosseguiu o pastor Társis Wallace.

HUMILHAÇÃO DESOLADORA NO EXÍLIO

Em alguns momentos a humilhação daquele povo foi tão desoladora no exílio que nem forças seus cantores tinham para louvar. Quando os opressores pediam que cantassem seus belos cânticos, a resposta depressiva era: “Como entoar o cântico do Senhor em terra estranha!” (Salmos 137:4). Suas harpas estavam penduradas nos salgueiros, porque seu estado de ânimo era deplorável.

O pastor da IB Betel, localizada no bairro de Jaraguá, em Maceió, fez o relato de toda essa história de desobediência e sofrimento dos israelitas na série de pequenas mensagens intitulada ‘Iluminados pela luz quando a noite se prolonga’, que está transmitindo na rede social às terças e quintas-feiras desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Esta mensagem “Ah se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos...”, por exemplo, foi a de número 49.

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