Artigo
TERESA DE CEPOEDA
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Uma das santas católicas mais conhecidas, estimadas e importantes da Igreja católica. Com efeito, ela é santa, grande mística, reformadora, fundadora, escritora, doutora da Igreja e mater spiritualium (mãe dos espirituais). Conhecida no seu tempo e, muito mais, nos tempos atuais, quando suas obras tornaram-se fonte de inspiração e orientação para milhões de pessoas.
Santa Teresa de Jesus foi seu nome religioso. Pertenceu a uma família da nobreza. Desde pequena enveredou pelos caminhos de uma forte espiritualidade, que cresceu com o tempo, tornando-a famosa pela vida cheia de belas aventuras e de muitos livros. Nasceu aos 28 de março de 1515, em Gotarrendura, na província de Ávila, no reino de Castela. Sua época, com seus costumes e com sua sociedade tipicamente cavaleiresca, influenciou seu linguajar, seus escritos e sua maneira de expressar sua espiritualidade. Ela foi uma mulher forte, corajosa, intelectual, ativa e contemplativa. Incompreendida por alguns, amada por muitos, Teresa cresceu entre suas lutas espirituais pessoais e lutas para reformar sua ordem religiosa. Não tinha medo de nada, enfrentou a ordem social do seu tempo e, toda apaixonada por seu Deus, concebeu uma caminhada espiritual para ela e para seus seguidores, baseada na entrega a Deus e na oração.
Hoje, no mundo inteiro, existem carmelos, que procuram continuar a espiritualidade de Santa Teresa de Jesus, mulher de Deus, que marcou sua época e a Igreja desde o século XVI. Suas lutas para se tornar “Teresa de Jesus” e seus livros mostrando como seguir essa caminhada impregnaram e impregnam as vidas e a espiritualidade de muitas pessoas, quer vivam em comunidades religiosas, que são muitas sob sua proteção, quer vivam sozinhas na procura da vivência íntima com Deus.
Santa Teresa morreu aos 4 de outubro de 1582, aos 67 anos. Quarenta anos depois de sua morte, foi canonizada pelo Papa Gregório XV. Sua morte não apagou sua memória, pois hoje como ontem, Santa Teresa continua sendo luz, que reflete a sabedoria, a beleza e a santidade daquele que ela tinha como alguém que unicamente lhe bastava: “Só Deus basta!”
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