Coluna Religião
CELEBRAÇÕES TÊM A VOLTA PRESENCIAL DE DOM MUNIZ
As celebrações da Paixão, morte e ressurreição de Jesus foram presididas pelo arcebispo na Catedral Metropolitana de Maceió
A Semana Santa é considerada pelos católicos como a “Semana Maior”, pois é nela que é celebrado o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Além desta importância para os fiéis, na Arquidiocese de Maceió, a programação deste ano na Catedral Metropolitana foi marcada pelo retorno do arcebispo Dom Antônio Muniz às celebrações presenciais, após tratamento médico.
A Missa do Domingo de Ramos abriu a programação da Semana Santa. Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora dos Prazeres, no Centro, foi a primeira celebração presencial presidida pelo arcebispo metropolitano, desde fevereiro de 2021, quando ficou com agenda restrita com o tratamento médico contra diabetes.
Pela manhã, os fiéis se concentraram na Igreja São Gonçalo, no Farol, e quem presidiu os ritos iniciais foi cônego Walfran Fonseca, reitor da Catedral. Houve a Bênção dos Ramos, a proclamação do Evangelho e a Procissão de Ramos. Na Catedral, Dom Antônio Muniz Fernandes seguiu na presidência da Santa Missa, que apresenta a narração da Paixão de Nosso Senhor Jesus.
O arcebispo recordou a passagem do Evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém narrada por Lucas (19,28-40). “Jesus vai dizer na boca do discípulos: ‘o Senhor precisa deles’. Somos esse jumentinho. Que ele precise de cada um de nós, dos nossos lares e da nossa família, e com esse espírito, na simplicidade, iniciemos a Semana Santa do louvor e para o louvor do nosso Deus”, refletiu.
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a Quarta-feira Santa (13), foi celebrado o Ofício de Trevas, um conjunto de leituras, salmos e preces penitenciais com o templo às escuras, iluminado apenas por velas que se apagam aos poucos durante a cerimônia. O momento de oração apresenta o luto e a escuridão à qual ficou sujeita a terra diante da morte de Jesus.
A Missa do Crisma na manhã da Quinta-feira Santa (14) abriu o Tríduo Pascal e Dom Muniz realizou o rito de bênção dos santos óleos, que serão usados em todas as paróquias durante o ano na celebração dos sacramentos. Também foi durante essa celebração que aconteceu a Renovação das Promessas sacerdotais, com a presença de todos os padres da Arquidiocese. À noite, foi celebrada a Missa da Santa Ceia do Senhor e da Instituição do Sacerdócio e da Eucaristia.
A Sexta-Feira Santa (15) foi marcada pela oração do Ofício da Agonia ao meio-dia e a silenciosa e piedosa Celebração da Paixão, às 15h, momento em que Cristo morreu na Cruz. É o único dia do ano em que não há Santa Missa e o silêncio permanece até este Sábado Santo (16), quando os fiéis participam da Vigília Pascal, às 19h, na Catedral. Neste domingo (17), é momento da Igreja proclamar que Cristo Ressuscitou, e a Sua Páscoa. A Missa presidida pelo arcebispo será às 9 horas.