Artigo
#### SÃO SEBASTIÃO E SANTA INÊS ####
...
No dia 20 e janeiro, a Igreja celebra o martírio de são Sebastião e, no dia seguinte, recorda o martírio de santa Inês. Em dois dias seguidos, são recordados e celebrados dois santos humanamente bem diferentes, mas que espiritualmente têm para nós uma mensagem profunda.
Sebastião, oficial romano que nasceu em Narbone, região de Milão, e foi para Roma, justamente quando grassava a terrível perseguição, promovida por Diocleciano, contra os cristãos. Com sua simpatia e capacidade, o jovem soldado conquistou a amizade do imperador, que fê-lo capitão e comandante de um destacamento de sua guarda imperial.
Sebastião, cristão, aproveitou-se do cargo para converter os soldados pagãos e ajudar os cristãos perseguidos. Seu trabalho apostólico logo foi conhecido por muitos e chegou aos ouvidos do imperador que, enfurecido, condenou Sebastião à morte. O Santo foi flechado pelos soldados da guarda imperial, mas sobreviveu e, assim que pôde, foi falar com o imperador sobre a injustiça da perseguição aos cristãos. Diocleciano, revoltado, mandou que ele fosse levado ao Circo, onde foi martirizado. O papa São Dâmaso mandou construir uma basílica sobre o túmulo do santo.
Santa Inês pertencia a uma família, nobre e cristã, de Roma. Bem cedo, consagrou-se esposa de Cristo. Acontecia na época a perseguição de Diocleciano aos cristãos. Não tinha ainda treze anos, quando foi denunciada como cristã.
Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela
Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara
Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca
Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado
Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara
Foi cortejada por um jovem, filho de um alto funcionário romano. Inês recusou os pedidos do jovem e de seu pai. Certo dia, o rapaz apaixonado tentou pegar Inês nos seus braços, nesse momento foi atingido por um raio e morreu. O pai dele implorou a Inês que pedisse ao seu Deus pela vida do filho. Inês rezou com fé e o jovem reviveu. Ele se converteu ao cristianismo, o pai dele, ao contrário, se enfureceu ainda mais. Inês foi denunciada e presa, mas nunca renegou sua fé e, por isto foi decapitada.
A comemoração desses dois santos em dias subsequentes leva-nos à reflexão de que, como diz são Paulo, Deus quer que todos nós sejamos santos e que Ele dá as graças necessárias a todos que as querem, sem distinção. No nosso caso, temos um adulto masculino e militar, e uma menina, terna e fraca. Ambos recebem a graça da fé, são robustecidos pela força do Espírito Santo e têm a mesma coragem diante do martírio. Deus ama a todos e não faz discriminação de ninguém. Basta abrir o coração e deixar a luz do céu entrar.