Artigo
A dores de Jesus Cristo (parte 2)
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Jesus passou, além da dor física terrível, pela dor moral do desprezo, da injúria, da ignomínia. Jesus fazia milagres para ajudar o povo, mas, em resposta, muitos diziam que seus milagres eram obras más, porque eram realizadas no dia de sábado, ou feitas por Belzebu, o príncipe dos demônios.
No momento em que Jesus foi coroado com espinhos, ele foi massacrado, injuriado, menosprezado, humilhado. Os seus algozes quiseram o insultar, zombando dele que se dissera rei. Usaram, então, de instrumentos, como uma coroa de espinhos, um báculo de pau, para zombar da realeza de Jesus. Ele aceitou tudo sem dizer uma palavra!
No Calvário, Jesus Cristo foi despojado de suas vestes e ouviu palavras injuriosas, que zombavam da sua divindade. Aqui, as dores físicas se misturaram com as dores morais e psíquicas. Os insultos, as zombarias, as blasfêmias se juntaram a ponto de levar Jesus a dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (...).
Mas, certamente, a dor mais terrível de Jesus foi saber que, apesar de todo seu sofrimento, todo seu amor levado a ponto de dar sua vida pela humanidade, grande parte dessa mesma humanidade não acreditaria nele e que muitos que haveriam de acreditar não responderiam perfeitamente ao seu amor.
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Foi justamente essa dor espiritual, que fez Jesus suar sangue no Jardim das Oliveiras. Jesus Cristo, por amor a nós, sofreu muito e de diversas maneiras!