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Petrobras vai al�m da autossufici�ncia

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Rio de Janeiro ? A Petrobras festejou seus 57 anos de fundação em grande estilo: ampliou e reinaugurou seu gigantesco centro de pesquisa, situado no Rio de Janeiro, e confirmou ter sido ?sucesso absoluto? o processo de capitalização a partir da atração de investidores, que compraram quase US$ 70 bilhões em ações da empresa. Os recursos serão utilizados para financiamento dos diversos projetos da estatal espalhados pelo País em setores como o da exploração em águas profundas de óleo e gás. Conhecida pelo termo capitalização, a emissão de 4 bilhões de ações atraiu ?sócios? de três continentes para um negócio promissor e cujo horizonte de oportunidades parece cada vez mais amplo com a descoberta dos campos de extração de petróleo abaixo da camada de sal (pré-sal), que garante à nação possibilidade de produção de petróleo até 2025. ?Se não acharmos mais nada hoje ou amanhã, temos mais 15 anos de produção de petróleo no Brasil?, avisa Sergio Gabrielli, presidente da estatal. * O jornalista viajou a convite da Petrobras. Falta de licença ambiental emperra negócios de Eisa AL Rio de Janeiro ? O gerente executivo de engenharia da Petrobras, Pedro José Barusco Filho confirmou à Gazeta que o estaleiro Eisa Alagoas, que ainda não saiu do papel no Litoral Sul de Alagoas, disputa licitação para construir seis das 28 sondas de perfuração que serão utilizadas na exploração de óleo na Bacia de Campos, entre Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde a companhia explora óleo na camada pré-sal. A abertura das propostas feitas à estatal deve acontecer dia três de novembro, na sede da empresa. Questionado sobre o atraso na definição das empresas vencedoras, Barusco confirmou que os processos estão em andamento em virtude da exigência do Governo de exigir dos proponentes as licenças ambientais pra início da construção de seus empreendimentos. P-57 inaugura nova geração de plataformas Rio de Janeiro ? 54 mil toneladas distribuídos entre 312 metros, o equivalente a três campos de futebol. Capacidade de produção de 180 barris de petróleo e de 2 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Eis algumas das características do colosso de ferro batizado de P-57 e que custou aos cofres da Petrobras R$ 1,2 bilhão. O mais novo navio-plataforma brasileiro vai operar no campo de Jubarte, a 80 quilômetros da costa do Estado do Espírito Santo (ES). Considerada marco estratégico para a companhia e base para futuros projetos, a P-57 inaugura uma nova geração de plataformas, concebidas a partir do conceito de engenharia que privilegia a simplificação de projetos e a padronização de seus equipamentos. A plataforma, inicialmente construída em Cingapura, mas concluída em Angra dos Reis, tem condições de extrair, armazenar e fazer a transferência ao continente de até 180 mil barris de petróleo e 2 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

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