Economia
Cosm�tico entra na cesta b�sica das classes C e D
São Paulo, SP ? Gastar com cosméticos deixou de ser supérfluo para as classes C, D e E. Passou a ser visto como um investimento em qualidade de vida e bem-estar. Dados de pesquisa feita pelo Instituto Data Popular com cinco mil pessoas, no último trimestre de 2010, mostram que, juntas, as chamadas ?classes emergentes? são maioria no mercado da beleza, que já foi para poucos. Nos últimos sete anos, por exemplo, a venda de esmaltes para a classe C passou de 40% para 53% do total. É claro: a própria classe média brasileira aumentou. Segundo Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto, hoje, de cada 100 brasileiros, 56 são da classe C. Ocupar espaço no mercado da vaidade, portanto, era uma consequência mais do que esperada. ?Além da melhora econômica, podemos dizer que a autoestima dessas pessoas melhorou. Elas estão trabalhando mais, circulando em outros ambientes.?