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Economia

Brasil perder� privil�gios de emergente

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Genebra, Suíça ? De tanto declarar que será a quinta maior economia do mundo, o Brasil agora começa a deixar de ser tratado como um país pobre e terá as preferências comerciais às suas exportações retiradas. Europeus, japoneses e americanos estão usando o crescimento da economia brasileira como argumento para acabar com preferências dadas ao País por décadas. O primeiro a suprimir benefícios será a União Europeia (UE), em maio. Bruxelas vai suspender as preferências tarifárias que dá para mais de 12% das exportações brasileiras, argumentando que o País não precisa mais de ajuda. Tóquio e Washington também já indicaram que farão o mesmo. Diante da nova realidade, a diplomacia brasileira agora é obrigada a reverter o discurso e alertar que, na realidade, ainda enfrenta desafios sociais e econômicos importantes. China vai credenciar mais 25 frigoríficos | CÉLIA FROUFE - Agência Estado Brasília, DF ? A China informou ao Brasil que credenciará mais 25 frigoríficos de aves brasileiros que considera em condições de fornecer carne para o país, dobrando assim a quantidade de plantas aprovadas para comercialização. Este foi um dos resultados da missão do País à China, na semana passada, apresentados pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi. Durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país asiático, o Brasil também obteve a abertura do mercado chinês para exportação de carne suína, medida que beneficiará três frigoríficos brasileiros. Os produtores, no entanto, esperavam o anúncio de que mais unidades fossem habilitadas a embarcar o produto. Em entrevista, o ministro da Agricultura comemorou a decisão em relação ao frango. ?Vamos aumentar a exportação de carne de aves para a China nos próximos meses?, previu Rossi. Hoje, segundo ele, os chineses importam US$ 1 bilhão em carne de frango por ano, dos quais US$ 219 milhões são de produtos provenientes do Brasil.

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