Economia
D�lar fecha a R$ 1,60, alta de 1%
São paulo, SP ? A taxa de câmbio doméstica avançou 2% em três dias consecutivos de alta, num reflexo do aumento da aversão ao risco nos mercados, e o do estreitamento dos negócios na praça financeira doméstica. ?Há uma pressão de saída com uma escassa pressão de entrada no mercado?, sintetiza o diretor da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo, lembrando que o período atual é marcado por operações de pagamento de dividendos e remessas de lucro para o exterior por algumas companhias. Nesse contexto, o dólar comercial encerrou o expediente na marca de R$ 1,605, em alta de 1%, o que não ocorria há quase 30 dias, bem próximo do valor máximo (R$ 1,609) registrado hoje. O dólar turismo, por sua vez, foi vendido por R$ 1,720 e comprado por R$ 1,590 nas casas de câmbio paulistas. Operadores das mesas de câmbio têm destacado o enxugamento da oferta de dólares no mercado, sem que o Banco Central tenha suspendido sua prática diária de comprar as ?sobras? do mercado.